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Something New

porque sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela

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Something New

30
Jul14

F.R.I.E.N.D.S

alex

Hoje é o dia nacional da amizade e, nem por acaso, passei a tarde toda com amigos. Nenhum de nós sabia que hoje se celebrava este dia, mas acho que celebrámo-lo bem, mesmo sem o saber!
Já tinha saudades de estar com a malta toda, de rir, de me soltar, de fazer e dizer parvoíces...de ser eu. Acho que sou mais eu quando estou com amigos, ou pelo menos, sou uma versão melhor de mim quando estou com eles. Sei que vai ser difícil manter este grupo de amigos, mas nada é impossível - basta todos quererem.

Mas esta nossa tarde teve um propósito para além de podermos matar saudades uns dos outros: foi uma espécie de despedida de um de nós: a C. para a semana, vai para Londres. Vai estudar e fazer vida lá (através daquele programa que já mencionei aqui algumas vezes, o OK estudante) e decidimos reunirmo-nos todos uma última vez antes de ela ir. Não foi triste e sinceramente, para mim, não me soube a despedida. Foi uma tarde animada e preenchida de muita conversa, risada e alegria. Foi também uma tarde para nos armamos em "velhos" e termos aquela conversa toda do: "Hey, passou a correr...três anos e já está. Agora é faculdade, trabalho...nova vida!" e é verdade. Acabou-se a boa vida.

Mas nada dura para sempre e as coisas mudam. No entanto, espero sinceramente manter contacto com a maioria destas pessoas com quem hoje estive, porque de facto, os amigos são a família que nós podemos escolher.

Acho que, ao fim de tantos anos de más escolhas no que toca a amizades, acertei em cheio.

Toca a celebrar esta coisa maravilhosa a que damos o nome de AMIZADE, todos os dias sim? Estimem os vossos, assim como eu estimarei os meus, enquanto puder!

28
Jul14

Volto já!

alex

Vou ali até ao Meco e volto na Quarta-feira...não se importam que eu me ausente mais estes dias pois não? Tenho de aproveitar para matar saudades da D. que veio lá daquele campo de férias e ver se ao mesmo tempo mato saudades da praia, à qual ainda não fui este ano...

Mas passa a correr, não se preocupem! 

Até Quarta!

 

14
Set13

The road to happiness

alex

Esta semana que passou, foi sem dúvida, a melhor semana das minhas férias. 

Comprometi-me a que tal acontecesse e fico com um sorriso enorme na cara cada vez que relembro esta semana que passou. Não consigo evitar sorrir e sentir-me abençoada.

Abençoada por ter as pessoas que tenho na minha vida, por ter a família que tenho e por pura e simplesmente, estar aqui, viva, a respirar, a observar, a aprender. A errar, a amar, a chorar, a rir e sobretudo a viver.

Todos nós temos os nossos dias, semanas, meses...digamos que fases menos boas em que só nos apetece baixar os braços e desistir.

Chegar a casa e deitarmo-nos na cama, cobrir-mos a cabeça com a almofada e afogarmo-nos nas nossas próprias lágrimas.

Bradar aos céus o quão zangados estamos com o Universo e em como este está sempre contra nós e nunca a nossa favor.

Fases em que nos esquecemos que a felicidade não é algo que se entregue a ninguém numa bandeja de prata.

A felicidade é algo pela qual se tem de trabalhar para termos. Não surge de um dia para o outro, sem um pouco de esforço ou uma pitada de esperança.

A felicidade existe...Não é, no entanto, algo que possamos tomar como garantido e fácil de obter.

Custa. Custa chegar àquela fase de êxtase, em que acordamos de manhã com um sorriso nos lábios e uma vontade enorme de arremessar os lençóis e saltar da cama.

Custa sentir aquela alegria de viver, principalmente quando achamos que não temos nada pelo que viver.

Custa muito sentir-mos abençoados e agradecidos pelo que temos de bom na vida, porque como seres humanos que somos, temos tendência a ir-nos abaixo depressa com o que vamos tendo de mau. 

Nestas férias aprendi a dar valor aos pequenos momentos. Uma saída com amigos, um almoço de família, uma mudança de cor de cabelo, uma noite de dança com as amigas, um dia bem passado na praia com os pais e irmã, um dia comigo própria para ler, escrever, sonhar...

Aprendi que a única constante na minha vida são as coisas boas que ela me dá. Essas coisas são constantes, são certezas. São a família, são os amigos, sou eu.

Ninguém me pode tirar este sorriso da cara. Nem mesmo a desgraça de horário que tenho este ano.

Nem mesmo o facto de ter na minha turma pessoas que não me agradam.

Nem mesmo o facto de a escola começar na terça-feira.

Nada consegue roubar este meu momento, este meu pequeno momento em que tudo o que consigo fazer é relembrar e sorrir.

Sorrio porque nem todas as fases da minha vida serão como esta: boas.

Sorrio porque é algo a que neste momento me posso dar ao luxo de fazer. E apesar de ainda haverem muitas coisas "más" na minha vida, muitas fases em que cegamente cega, recuso-me a ver a luz ao fundo do túnel, neste momento, vejo-a na perfeição.

A felicidade não é algo do qual possamos desfrutar todos os dias, a todas as horas da nossa vida.

É algo que sentimos de tempos em tempos, ao longo de um dia, de uma semana, de um mês, de uma vida.

Não é algo constante. Mas as pessoas que nos proporcionam felicidade, são.

Mas também, se a felicidade fosse uma constante, deixaria de ser algo tão cobiçado e fascinante como é.

Perderia o seu encanto.

Acredito que a felicidade somos nós que a construímos, dia após dia, decisão após decisão, com a ajuda das pessoas certas.

Acreditar é a chave. E eu acredito. Só que às vezes esqueço-me.

Só isso. 

 

Aqui ficam alguns momentos desta semana

que justificam o meu estado de espírito (e por consequência, este texto)


Em Santarém, onde conseguimos encontrar UMA Cache, depois de

um dia inteiro à procura


A mudança de visual...estou completamente apaixonada pela minha nova cor,

num tom vermelho escuro, a foto não lhe faz justiça!


Uma noite inesquecível...

01
Set13

Dizem que já estamos em Setembro e ...

alex

As férias estão a chegar ao fim.

É a realidade e há que enfrentá-la.

Tenho de admitir que estas não foram as minhas melhores férias de verão.

Fui poucas vezes à praia, não passei o tempo que queria com as pessoas que queria, não consegui ir trabalhar como estava previsto, não consegui, resumindo, fazer nada daquilo que tinha previsto para o verão de 2013.

No entanto, e como a vida está em constante mudança, estas últimas semanas vão ser diferentes, ou pelo menos, vou tentar fazer por isso.

Sou daquelas pessoas que gosta de ter planos feitos. Não preciso de ter tudo combinado ao pormenor com duas semanas de antecedência, mas gosto de iniciar uma nova semana com planos já em vista e saídas agendadas. Dá-me logo uma vontade diferente de encarar a nova semana, com um sorriso nos lábios e um coração quente.

Este verão tive muitas semanas despromovidas de tal emoção. Aquela emoção que sentimos quando pensamos no amanhã e sabemos que vamos à praia, ou que vamos beber um café com um amigo, ou almoçar com a amiga ou que vamos às compras... 

O meu verão foi um pouco vazio. Vazio de emoções, vazio de pessoas, vazio de sorrisos, vazio de vontade.

Não que eu não tenha feito por isso, porque fiz.

Tentava combinar coisas com amigos, mas na maioria das vezes, eles não estavam cá, ou não tinham dinheiro, ou eu não tinha dinheiro.

Inscrevi-me para ir trabalhar nas últimas semanas deste mês de Agosto, do qual nos despedimos ontem, e não fui seleccionada.

Partiu-se-me o coração quando a D. recebeu a chamada, e eu estava ali, ao seu lado, com um sorriso fingido na cara e um coração do qual brotava sangue. Mas é assim mesmo a vida.

Com este novo mês, o cenário tem de mudar, mas ele não mudará sozinho.

Por isso, e é com determinação e alegria que digo isto: estas últimas duas semanas vão ser as melhores semanas das minhas férias.

E fica aqui registado, para daqui a duas semanas, quando eu estiver a iniciar o meu último ano de secundário e me sentir desmotivada, poder vir aqui ler este texto e sorrir.

Sorrir, porque as últimas duas semanas das minhas férias valeram pelos dois meses e meio inteiros.

Vou sorrir. Vou relembrar e vou começar o novo ano lectivo cheia de força, com um novo look, uma nova visão e uma renovada determinação.

Não digo que estas férias não foram boas, porque foram. Serviram um terço do seu propósito que é proporcionar-me descanso e tempo para ler, ver séries e filmes. E sim, sai algumas vezes com os meus amigos, houve saídas e dias inesquecíveis e de facto, estes meses passaram a voar.

Mas soube-me a pouco. Saio sempre das férias com o maior sorriso na cara e neste momento, se as férias acabassem agora, sairia com o coração pesado e com a sensação de que não fiz nada com estes dois meses e meio.

Por isso, estas duas semanas vão ser diferentes. 

Amanhã vou ao cinema. Terça vai ser dia de praia (em principio). Quarta vou conhecer Santarém e aproveitar para fazer GeoCaching (o site é este para quem não conhece a actividade) e quinta e sexta quem sabe....

Para a próxima semana e se tudo correr bem, vou fazer algo um pouco diferente ao meu cabelo e (façam figas por mim) vou a um concerto.

Vou fazer estas últimas duas semanas de férias valer.

Porque iniciar o 12º ano com más vibrações a pairarem sobre mim, a habitarem dentro da minha alma e cabeça, é que não.

Novo mês, nova atitude, mudanças e um novo capítulo.

Bem-vindo Setembro. Não me desiludas, porque para desilusões já bastaram o Julho e o Agosto...

13
Ago13

Eternal No

alex

Toda a minha vida fui perseguida pela palavra "não".

Não podes comer isso.

Não podes estar deitada ao sol durante muito tempo.

Não podes mexer nisso.

Não podes falar assim, não podes dizer isso.

Não te podes rir. Não podes chorar.

Não podes tirar uma nota inferior a Bom.

Não podes tirar uma nota inferior a 4.

Não podes tirar uma nota inferior a 15.

Não podes ser cantora.

Não podes ser tratadora de golfinhos.

Não podes ser psicóloga criminal.

Não podes ser escritora; jornalista.

Não podes trabalhar na rádio e muito menos na televisão.

Não podes tirar o curso que queres quando fores para a faculdade porque isso é o teu bilhete de entrada para o mundo do desemprego.

Não podes ser feliz.

Não podes sustentar-te, não podes pagar as tuas compras de supermercado ou as propinas da tua faculdade.

Não podes comprar aquele vestido pelo qual te apaixonaste.

Não podes trabalhar durante o verão.

Não, não, não, não, não.......

Toda a minha vida girou à volta do não.

Porque é que eu, ingénua como (ainda) sou, haveria de pensar que agora iria ser diferente?

Foi como receber um murro no estômago. Mais um.

Estar ali, ao lado da D. e ver a expressão de felicidade dela.

Continuar a caminhar, forçando o sorriso, com vontade apenas de parar, sentar-me no meio do passeio e desatar a chorar como uma criança de 3 anos.

Ouvir as palavras sair da boca dela e pensar: "O teu sim é o meu não."

Fico feliz por ela, não me interpretem mal.

Mas também gostava, por uma vez que fosse, de poder ficar feliz por mim.

De ouvir um "sim".

Porque apesar de não ter ouvido um "não" directo, eu sei que o recebi.

Porque o "sim" direto dela foi o meu eterno e repetitivo "não".

Porque às vezes, só às vezes, partilhar a felicidade dos meus, não me chega.

Quero não ter de beber da alegria dos outros; das histórias dos outros; das suas experiências; da sua felicidade; dos seus "sins".

Quero o meu "Sim". Porque tenho direito a um.

Nem que seja só a um.

Mas ainda não foi desta.

Não, não, não...lá esta a maldita palavra. Tão pequena, tão simples de pronunciar, tão...insignificante.

Tão poderosa, tão forte, tão destrutiva...e, infelizmente, tão minha.

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