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Something New

porque sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela

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23
Dez14

The Best Of...

alex

2014!

Mas que ano...

E por ter sido tão grande, resolvi fazer uma espécie de Best Of 2014, desde livros, filmes, bandas, séries a momentos e pessoas.

Não sei se estou atrasada para esta festa ou não, mas como eu nunca fui de acompanhar modas, aqui está o meu Best Of 2014!

 

Comecemos por filmes:

Este ano até que vi uma quantidade aceitável de filmes, alguns deles mais do que uma vez. No entanto, aqueles que mais gostei e talvez porque foram os que vi mais recentemente (e já todos nós sabemos que a minha memória é pior que a de um peixe...) foram o Gone Girl (em português Em Parte Incerta) e o The Hunger Games Mockingjay Part 1.

                            

O livro Gone Girl também está na minha lista de bests de 2014, mas mais sobre isso depois. O filme não desiludiu e penso que tem tudo para constar na lista de nomeados ao Óscar porque realmente conta uma história espetacular, de fazer cair o queixo, com perfomances ainda mais espectaculares! Tiro o chapéu aos actores, ao David Fincher e à Gillian Flynn porque, realmente, está top!

O Hunger Games também gostei imenso e apesar de ter lido e ouvido críticas duras ao mesmo, em que diziam que este era mau, tenho a dizer que discordo. Não é o melhor deles todos (sendo esse para mim o Catching Fire) mas acho que não é assim tão mau como vi e ouvi muita pessoa dizer. O facto de o ter ido ver ao cinema e ainda por cima à borla, ajudou, não vou mentir!

 

Séries:

Mais do que as mães e quem me conhece sabe que se eu pudesse ganhar a vida a ver séries, era um dos meus trabalhos de sonho. No entanto, este ano, houve duas séries que para mim se destacaram, que eu aprovo a 100% e que devoro cada episódio a cada semana que passa.

                            

Jane The Virgin é uma comédia. Basicamente, a personagem principal, Jane, é virgem e é artificialmente inseminada por engano.

Só por aí já estão a ver não é... E depois há o Brett Dier e o Justin Baldoni que são só a cereja no topo do bolo. Vejam e depois escusam de me agradecer.

Depois temos o The 100 que não tem nada a haver com a anterior mencionada pois é uma serie de acção e ficção cientifica (e eu adoro a minha ficção cientifica, tenho de admitir.) Esta segunda temporada que estreou este ano está a deixar-me de cabelos no ar, com as emoções à flor da pele de tão boa que está a ser!

E quando for grande quero ser como a Clark.

 

Livros:

Bom...quem acompanha o blog deve saber que este ano, no que toca às leituras, a coisa andou crítica... não vou conseguir cumprir com o meu objectivo de 14 livros e penso, que em toda a minha vida, nunca li tão pouco como este ano.

Podia estar aqui a dar mil e uma desculpas para tal, mas acho que já o fiz num outro post há uns tempos atrás, por isso não vos maço.

Agora que houve dois livros que eu gostei imenso de ler este ano, esses dois foram Gone Girl de Gillian Flynn e Bel: O amor para além da morte de Care Santos.

       

 

O primeiro foi arrebatador; de ganhar um par enorme de olheiras por ficar até às tantas a ler; de bufar em frustração ao ler o último capítulo; de ficar atónita ao chegar à segunda parte do livro; de bater palmas no final de tão genial que é.

E mais não digo a não ser: se ainda não o leram, estão à espera do quê?

O de Care Santos li-o com mais calma mas com a mesma vontade. É uma leitura diferente, também dentro do género do thriller mas muito mais leve e juvenil e que nos deixa a pensar seriamente sobre a amizade, o amor, e nós próprios enquanto pessoas.

Deixo-vos uma passagem do mesmo: "Só somos realmente vulneráveis diante daqueles que nunca seremos capazes de atacar"

 

Música:

No que toca à música, 2014 foi o ano em que descobri All Time Low. Pronto, minto, eu já os conhecia mas nunca me tinha dado ao trabalho de os ir ouvir. Agora não quero outra coisa. Forever the Sickest Kids também é uma das bandas mais tocadas no meu telemóvel este ano, assim como Maroon 5 (mas isso é todos os anos) e para surpreender e deixar muita gente a pensar: esta gaja é maluca....Kpop!

 

      

Passo a explicar: a D. apresentou-me este ano a um mundo fantástico chamado Kpop. Bandas como Shinee, EXO, Girl's Generation e Super Junior fizeram parte do meu ano em termos de música. Há quem deteste e há quem adore - o que eu tenho a dizer é que quando uma coisa ou alguém é muito bom, vai sempre haver estes dois lados.

Assim como eu que tenho quem me odeie e depois quem me ame, o Kpop é igual. Mas assim como não se julga um livro pela capa, também não se julga uma banda ou um artista pelo género de música que produz.

 

Momentos:

Foram tantos que escolher só um ou dois é impossível. Mas eu tentei.

A gala de finalistas, a recessão dos diplomas do secundário, o meu primeiro trabalho, a minha tatuagem, o jantar com a C. que veio de Londres visitar, o dia em que apareci em grande destaque aqui no Sapo e recebi mais de 3.000 visualizações num dia, graças a esse destaque... e muitos outros que fariam deste post um monstro ainda maior que aquele que já vai ser.  (Sem fotos porque não estou na posse delas)

 

Pessoas:

Os meus pais e a minha irmã, sempre. A minha avó e os meus avós. A D., a M. , o P. e a C. todos eles comigo já há uns bons anos, e fazem sempre parte dos meus Best Of de tudo. As pessoas que conheci no meu primeiro trabalho que me ensinaram muito! E vocês todos, claro, que já há três anos que "gramam" comigo - o que não é nada fácil por isso, parabéns!

 

Blogs:

E para terminar em grande, deixo aqui registado que o meu blog favorito deste ano é.... (barulho de tambores!)

Bata&Batom!

Sem querer tirar mérito a todos os outros que leio e acompanho, obviamente, escolho este pelo simples facto de o ter descoberto este ano e de já ter dado umas valentes gargalhadas com o mesmo!

 A autora é genial, tenho de dizer. Visitem e depois digam-me se tenho razão ou não!

E porque este tornou-se no post mais longo à face da terra, despeço-me não antes de pedir que deixem nos comentários alguns dos vossos próprios favoritos de 2014!

 

30
Set14

Peixe fora de água

alex

A natação foi, durante mais ou menos 9 anos, uma grande parte da minha vida. Comecei aos seis e acabei por desistir aos quinze anos de idade. Já lá vão quase quatro anos desde que abandonei essa grande parte da minha vida e a razão pela qual escrevo este post hoje, sobre este determinado assunto, é porque ontem tive um sonho que me deixou meia nostálgica.

Sonhei que tinha voltado aos treinos, com a mesma treinadora e os mesmos colegas de equipa. Sonhei que tudo era como dantes, onde ir para os treinos era como se estivesse a dirigir-me para a Disneyland - a minha própria Disneyland.

Lembro-me de haver uma altura, ali entre os dez e os treze, em que eu não simpatizava muito com o desporto em si. Nunca gostei muito do lado competitivo do desporto, e acreditem que a natação é um desperto severamente competitivo, e na altura ainda estava a ganhar o meu ritmo, a encontrar o meu melhor estilo e a estabelecer-me enquanto desportista. Passada essa fase, aprendi a amar o desporto como se fosse um grande companheiro - quando saia da escola, naqueles dias em que só me apetecia era chegar a casa e enrolar-me nos lençóis da minha cama, fazia a mala e ia para o treino e, como que por magia, toda a minha atitude mudava. Nunca eu fui tão feliz como o fui naqueles balneários, a rir, a falar, a brincar com as minhas colegas e amigas da altura. Nunca eu fui tão feliz como naquela piscina, a dar o tudo por tudo mesmo que ninguém me o pedisse. Nunca eu fui tão feliz como quando íamos para os nossos "estágios", que eram basicamente três ou quatro dias em que íamos todos, treinadores incluídos, para outra zona do país, acampar ou para parques aventura. Tantas memórias inesquecíveis e que ainda hoje guardo com tanto carinho no meu coração...

No entanto, a grande razão pela qual acabei por desistir quando fiz quinze anos, foi porque o desporto passou a ser demasiado competitivo para o meu gosto. Queriam pôr-nos a treinar como os nadadores de alta competição nadam - todos os dias da semana, excepto ao domingo, duas horas, alternando corrida com nadar. Queriam fazer tudo só e exclusivamente sobre os tempos que cada um fazia, qual era o melhor neste estilo e qual o pior no outro. Queriam tirar do desporto a única coisa boa que ele tinha: a satisfação de nadar com colegas de equipa; amigos e não inimigos, alvos a abater.

Por isso desisti. Não me arrependo, até hoje. No entanto, existem as redes sociais e como esta cidade não é assim tão grande quanto isso, ainda são muitas as vezes em que avisto algumas caras familiares, que na altura considerava serem muito meus amigos. Hoje, todos passam por mim e nem ai nem ui. A isso já me acostumei; não me faz comichão porque aprendi, com o passar do tempo, que as pessoas funcionam assim: afastam-se e continuam as suas vidas como se nós nunca tivéssemos feito parte delas.

Já há muito tempo que não pensava nesta altura da minha vida e ontem, do nada, sonhei com ela, tão vividamente que senti a necessidade de escrever este post.

Pergunto-me porque é que isto acontece? Qual é a ciência por detrás dos sonhos; estes sonhos tão reais e tão inesperados, que nos trazem memórias de um passado tão distante, que por vezes parece que não é bem nosso.

Acho curioso.

Ah e caso se estejam a interrogar acerca do titulo do post, "Peixe fora de água" foi a alcunha que me deram quando entrei para a equipa, porque na altura eu era um zero à esquerda a nadar e a minha treinadora dizia, várias vezes, que eu parecia um peixe fora de água.

Com o passar dos anos fui mudando, aprendendo e melhorando, mas a alcunha ficou - assim como as memórias destes tempos em que era uma criança feliz ( e desportista, coisa que agora já não sou!)

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