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Something New

porque sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela

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Something New

23
Abr15

Em dia de comemoração


alex

Hoje celebra-se o dia de um companheiro muito importante na minha vida - o livro. Desde pequena que sou uma apaixonada por livros e histórias. Quando ainda não sabia ler, os meus pais e a minha avó faziam questão de me encher os ouvidos de histórias maravilhosas. Nunca fui muito de histórias de princesas e príncipes, mesmo em pequena. Ainda me lembro de estar na cama com a minha avó, para dormir a sesta, e de ouvir a voz dela junto a mim a contar-me a história da Carochinha e do Capuchinho Vermelho - as minhas favoritas.

Acho que ouvi essas duas histórias umas milhentas vezes durante a minha infância e nunca me cansei delas - tanto que hoje tenho uma Carochinha tatuada no calcanhar, que apesar de estar relacionada com o meu avó, está também relacionada com a minha avó por esta mesma razão.

Quando aprendi a ler não queria outra coisa. Era isso e pintar - eram a minha terapia. Ora pedia um livro novo para ler, ora pedia um livro novo para pintar - era à vez. É terapêutico e quem não gosta ou não é propriamente fã de ler, não sabe o que perde.

Ler enriquece-nos de maneiras que todo o dinheiro do mundo nunca poderá igualar. É como se de uma máquina do tempo se tratasse e nos permitisse viajar no tempo e no espaço por entre mundos que não o nosso. 

Ultimamente tenho tido fases no que toca aos livros - ora leio muito ora leio muito pouco. Tenho de admitir que nos últimos meses não tenho lido tanto quanto gostaria, mas é difícil deixar-me envolver pelos mundos de outrem quando estou tão embebida e preocupada com o meu - concentrar-me não é tarefa fácil.

Mas já estou quase a terminar o Paper Towns de John Green e já tenho mais dois em vista para ler de seguida. Contudo, e levada a procurar tal coisa pela minha mãe, hoje deixo aqui uma proposta de leitura um bocadinho diferente do normal. Conjugando-se duas das minhas paixões antigas - ler e pintar - deixo aqui alguns títulos de livros que agora, ao que parece, andam muito aí nas bocas do mundo.

Tais livros são chamados de Arte terapia, porque são livros de colorir para adultos que dizem ser muito bons para aliviar o stress e a ansiedade (e todos nós sabemos como eu sofro desses dois).

Eu quero-os todos e hoje já fui ao Continente aqui do sítio comprar uma caixa de 36 lápis de cor. Agora é só ir à Fnac e trazer para casa o meu primeiro livro de colorir para adultos. E há quem possa achar isto descabido e uma autêntica desculpa para dar umas quantas gargalhadas, mas eu cá estou toda feliz após esta descoberta.

E que melhor dia senão este, o do livro, para dar a conhecer um tipo de livro diferente?

31
Dez14

A desgraça de 2014


alex

Foi, sem dúvida alguma, a leitura. Nunca (e eu sei que nunca se diz nunca, mas neste caso, é mesmo nunca!) tive eu um ano tão pobre em leituras como este.

Comecei muito bem, cheia de entusiasmo com os livros da Gillian Flynn, um que recebi no Natal de 2013 como prenda e que o li ainda mesmo antes de o ano terminar, e o outro que o fui comprar logo a seguir (já em 2014) porque estava obcecada pela escritora.

Pelo meio lá li um romance do Nicholas Sparks, também oferecido no Natal de 2013 e que eu já tinha lido mas que é o único livro dele que eu gosto e um dos poucos livros que me fez chorar (A Culpa é das Estrelas foi um outro, por exemplo). Depois andei em busca de algo que me desse palpitações como o livro Gone Girl, mas não encontrei nada que me enchesse as medidas. Voltei então para um género do qual também sou muito amiga, o fantástico.

Li três livros da colecção Wicked Lovely e depois a coisa descambou a partir daí. Tentei, isto já na altura do verão, ler um livro de umas das minhas autoras favoritas (Juliet Marillier) mas andei com ele até bem depois de Setembro, não porque a história não fosse interessante (o que é, bastante e a autora nunca me desilude) mas tinha tanta coisa em que pensar e tinha tanta coisa a preocupar-me, que ler não estava na minha lista de prioridades.

Depois escrevi aqui um post sobre a minha preguiça, porque acho que apesar de tudo não lhe posso chamar outra coisa, e comprometi-me em tentar a todo o custo cumprir o meu objectivo de 14 livros para este ano.

Escusado será dizer que estamos a 31 de Dezembro, a exactamente a 13h de iniciar 2015 e eu tenho oito livros lidos.

Oito livros. Num ano. Em 365 dias.

Quase que me afundo em vergonha, tal é o tamanho da mesma.

Foi a minha única desgraça este ano. Nunca em toda a minha vida eu li tão pouco num ano. Podia estar aqui com aquela conversa de que 2014 foi um ano complicado, de muitas mudanças e desafios (porque foi) mas a verdade é que para mim, arranja-se sempre tempo para os livros.

Para compensar, fartei-me de ler numa aplicação chamada Wattpad e talvez também isso tenha contribuído para o facto de eu ter lido poucos livros, de "carne e osso".

PORTANTO, com isto dito, o meu único objectivo para 2015 é, simplesmente, ler mais. MUITO MAIS do que o que li este ano.

O ano passado (2013) coloquei como objectivo a mim mesma tornar-me numa pessoa mais positiva e tenho-vos a dizer que apesar de tudo, penso que consegui. Já não me sinto aquela pessoa triste e negativa que costumava ser e olhem que este ano tive muitas razões para o ser.

No entanto, tentei encarar cada contratempo com uma visão mais positiva e penso que encontrei uma forma de o fazer. Claro que me permiti ficar triste, frustrada, chateada e desiludida com todas as coisas menos boas que me apareceram à frente este ano e claro que muitas vezes vim aqui expressar isso. No entanto, e ao contrário do meu "eu" antigo, não deixei que tais sentimentos se prolongassem para o dia seguinte.

Ficava mal naquele dia, no entanto, antes de fechar os olhos para adormecer, pensava sempre em coisas boas e positivas e dizia para mim mesma:

As tristezas de hoje serão as alegrias de amanhã.

E mesmo que o não fossem, não desistia e continuava sempre com um pensamento muito mais positivo que aquele que tinha há dois anos atrás.

Claro que não o fiz sozinha, como tudo o resto que faço nesta vida, fiz com a ajuda de pessoas preciosas para mim.

Assim, concluído com sucesso o objectivo que estipulei em 2013 para 2014, fica aqui registado o meu novo objectivo para um novo ano:

Ler mais livros em 2015.

E quando digo mais, não é ler 9, visto que este ano só li 8.

Não. É ler, no mínimo 15 e no máximo 20.

E ai de mim que daqui a um ano esteja aqui a escrever-vos a dizer que não cumpri o meu objectivo de 2015.

Ai de ti Alexandra, estás a ouvir??

28
Out14

Perído de seca


alex

Faltam-me oito livros para cumprir com o meu objectivo de leitura para este ano. Estamos no final de Outubro (até me dá um aperto de coração ao escrever isto, mas é verdade, estamos no final do mês).

Eu tenho andado uma preguiçosa para ler. Ando a ler o mesmo livro desde Julho e não tem nada a haver com a qualidade do mesmo porque é de uma das minhas autoras favoritas e até onde já li, adorei. O problema sou mesmo eu - ponho-me a escrever que nem uma maluca aqui no computador, a criar histórias minhas, e fico sem tempo e paciência para ler as histórias dos outros.

Mas recuso-me a acabar o ano sem ter lido os catorze livros que me comprometi a ler no inicio deste ano. Quando tinha literatura, lia mais do que vinte livros por ano, há vontade, porque para além das obras que tínhamos de dar nas aulas que faziam parte do programa, ainda tínhamos de ler mais três livros por período por causa do P.I.L (Projecto Individual de Leitura) e eu, por cima disso tudo, ainda lia os meus outros livros que não eram de autores portugueses nem de romance (que era basicamente o que eu acabava por ter de ler para literatura.)

O ano passado já não tive literatura e, apesar de a minha memória me falhar muito, julgo que nunca eu li tanto pouco livro como neste ano.

É o apocalipse, como diria o meu amigo Félix (da novela Amor à Vida).

Mas já chega! Já chega deste período de seca que se vem a prolongar desde Julho! Tenho quatro livros aqui, novos, para ler (incluído o que estou a ler desde Julho que me foi emprestado) e depois tenho duas opções: ou peço os outros quatro emprestados, ou faço metade metade - dois emprestados e dois vou comprar. Mas uma coisa é certa:

Não vai chegar o dia 31 de Dezembro de 2014 sem eu ter lido os catorze livros e ficam aqui marcadas estas palavras para que se, no caso de isto não vir a acontecer, me perseguirem de pistola na mão.

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