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Something New

porque sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela

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19
Dez14

A cabeça anda onde?

alex

Ando com a cabeça na lua. Hoje, sem querer, apaguei o post que pus ontem aqui sobre a saudade...

Está comprovado, estou a necessitar do bacalhau da avózinha, das filhoses e do calor da minha família.

Estou mesmo mal desta cabeça...se isto é assim aos 18, nem quero imaginar daqui a uns anos!

Vai ser o salva-se quem puder, com certeza...

Noutras notícias...parece que apesar de a minha cabeça não andar a 100% que a sorte anda-me a bater à porta e encontrei uma prendinha no sapato, ainda antes do dia de Natal (se é que me faço entender...)

Vamos lá ver como é que isto se desenrola, mas torçam por mim.

A cabeça vai andar meia perdida até ao dia 24 - o dia das filhoses, do bacalhau e dos abraços das avós, dos tios, dos primos e do resto da famelga.

Que bem que me vai saber!

 

21
Fev14

Não tentem isto na rua...

alex

Dizem que é a cair que aprendemos. E eu que o diga! Hoje aprendi que andar na rua com as duas mãos nos bolsos, não é lá muito boa ideia e eu explico porquê. Porque se, por alguma eventualidade o chão tiver um ódio de morte a vocês, como tem a mim, ele vai fazer com que batam com a cara no chão (como me aconteceu a mim hoje).

Ia eu toda bem-disposta, a ouvir a minha música, com uma camisa muito gira da minha mãe, que a própria ainda não tinha estreado, DE MÃOS NOS BOLSOS (foi este o meu erro) quando, não sei bem como, tropeço e vou de cara ao chão. Só não comi terra porque não havia. Ia para subir um passeio e não sei se tropecei nos meus próprios pés (já aconteceu antes) ou se falhei o degrau, só sei que num minuto estava em pé a sorrir e no outro estava no chão, toda suja, cheia de dores no queixo e com dificuldade em respirar.

Devo ter demorado uns 10 segundos a aperceber-me do que tinha acontecido. Durante esses 10 segundos não reagi, fiquei de cara no chão e não houve um único pensamento que me atravessasse a mente. Depois ouvi uma porta de um carro a bater, passos apressados que se dirigiam a mim e senti uma dor muito grande no peito. Foi como se me tivessem negado o ar durante uns segundos e depois comecei a chorar histericamente. Senti a dor no queixo, o sangue, sabia que não tinha sido só um arranhão pequeno. O senhor que tinha saído do seu carro agachou-se ao pé de mim e telefonou logo aos bombeiros. Mais pessoas começaram a reunir-se à minha volta. E eu chorava, mais de susto e nervos do que de dores. Acho que o choque do momento não me estava a permitir sentir muito bem as dores. Não conseguia distinguir bem as pessoas umas das outras, porque as lágrimas não o permitiam. A certa altura fechei os olhos. Tiraram-me os óculos e fizeram-me perguntas. Tentei responder por entre o choro compulsivo. Telefonaram à minha mãe e ela apanhou boleia de um colega e pôs-se a caminho. Entretanto, a senhora do cabeleireiro ali ao pé do sítio onde eu tinha caído encostou-me às pernas dela e fez-me festas na cabeça, falou comigo tentando acalmar-me. Mas eu sofro de ansiedade. Não me acalmo assim do nada. Os bombeiros chegaram, devem ter demorado uns 5 minutos, e levaram-me ao hospital. Na carrinha, a senhora e o senhor foram muito simpáticos e lá acalmei, com ajuda do oxigénio (sim tive uma coisa toda estranha enfiada no nariz, que me ajudou a acalmar a respiração e os nervos).

E pronto foi isto. Cheguei ao hospital, fui examinada por um médico, tirei um raio x e no fim sai de lá sem grandes mazelas, com um queixo esfolado e inchado, umas dores que ainda agora me estão a incomodar um pouco e um dia perdido. Felizmente não desloquei o maxilar. Felizmente não precisei de levar pontos. Felizmente não parti nenhuma costela nem fiquei sem nenhuma mama.

Infelizmente ninguém registou a minha queda. Deve ter sido tão épica. Adorava que alguém tivesse gravado para agora me poder rir, mesmo que não o consiga fazer lá muito bem por causa do queixo dorido. É que foi tão estúpido. Meu Deus, esta deve ter sido a queda mais estúpida que já dei na minha vida. E eu já cai numas escadas rolantes em pleno centro comercial (mais do que uma vez) e já cai em pleno bar da escola básica onde andei. Mas esta queda foi tão estúpida que agora só de pensar me dá vontade de rir.

Preocupei toda a gente. O meu pai não foi à entrevista de trabalho que tinha hoje, na área dele (o que acontece todos os dias não é). Isso é o que me dói mais. Doeu-me mais ouvir a minha avó paterna, a chorar ao telefone, do que ter ido de queixo ao chão.

Eu não sei. Eu sinceramente não sei o que raio se anda a passar, mas eu começo a acreditar que me rogaram uma praga ou alguma coisa parecida. É que é uma coisa atrás da outra. E eu sou uma verdadeira crente de que tudo acontece por alguma razão. Mas não vejo qual a razão por detrás do que aconteceu hoje.

Eu já me estive aqui a rir disto tudo. Porque senão choro e não paro. 

Mas o que interessa é que tudo está bem quando acaba bem. Estou aqui com mais uma história para contar e um queixo um bocado feio. Nada que não se resolva. Podia ter sido pior.

E por isso estou agradecida. Muito mesmo. 

08
Out13

Não suporto!

alex

Há coisas que me irritam profundamente. Sou uma pessoa bastante opinativa e não tenho medo de me fazer ouvir.

Há 6 anos atrás não poderia dizer a mesma coisa, mas aprendi a minha lição durante os dois anos em que me deixei reprimir e hoje, não deixo que tal aconteça.

Mas há dias (como hoje) em que me apanham mais em baixo, mais frágil, mais cansada e eu pura e simplesmente...calo-me.

Por vezes dou comigo a pensar se de manhã, por estar ainda a dormir, não me terei enganado e não terei entrado na escola básica que existe em frente à minha escola secundária.

Porque todos os santos dias há um grupo de alminhas na minha turma, que me fazem questionar seriamente se estou numa turma de 12º ano ou numa turma de 5º (isto para não dizer pior).

Infantis. Imaturos. Arrogantes. Com a mania. Mal educados. Não têm respeito por ninguém: nem por eles, nem pelos colegas que querem ouvir o professor, nem pelo professor.

Enerva-me e hoje enervou-me especialmente. É verdade sim senhor que sou daquelas pessoas que, se quero estar com atenção à aula e o barulho me está a perturbar, deixo soltar uns quantos "SHHHS!" e "Oh pessoal, calem-se lá!". Não tenho problema algum em ser olhada de lado mais tarde por isso, ou de comentarem tal facto entre eles, rindo mesmo na minha cara.

Mas hoje atingiu-me. 

Custou-me estar na aula de Psicologia, o professor mandar fazer o trabalho de grupo e a malta começar toda na palhaçada. O professor é cego e como tal, não tem bem a percepção das coisas, mas não é surdo. Contudo, tem dificuldade em fazer valer a sua autoridade e como tal, eu e as minhas companheiras de grupo tentámos ao máximo acalmar o bando de animais selvagens que estavam dentro daquela sala.

Ignoraram, continuaram com as risadas, muitas delas dirigidas a nós. Mandaram bocas e olhares odiosos e eu mal me contive.

Só me apetecia um buraco para me esconder.

Calei-me, baixei a cabeça, respirei fundo umas 50 vezes e assim fiquei até ao final da aula, calada que nem um ratinho, quando tudo o que me apetecia era saltar da cadeira e mandar um berro aquelas criaturas hediondas que estavam a respirar o mesmo ar que eu.

Há dias em que estas coisas mesquinhas não me atingem nem um bocadinho, porque cresci a ensinar-me a ignorar tais provocações.

Mas há dias em que não consigo, ou porque estou já triste com algo ou alguém, ou porque estou cansada ou porque pura e simplesmente... a menina pequena e indefesa que eu era no 5º ano vem ao de cima e deixa-se de esconder por debaixo da rapariga forte e dura que hoje sou (ou aparento ser).

Não suporto aquela gente.

Não suporto e a cada dia que passa desejo, cada vez mais, que o ano acabe depressa para eu me ver livre daquela malta toda.

Porque não os suporto. Não me acho maior que eles, melhor ou mais crescida.

Mas bolas, tenho um palmo de testa e um pingo de decência em mim para saber que não sou nada como eles!

Tenho a noção que muitos deles têm apenas como único objectivo de vida fumar 10 pacotes de tabaco por dia e mandar umas piadas de mau gosto para o ar, como quem não quer a coisa.

Mas esse problema é deles. Não meu.

Eu não devo ser afectada pela burrice, preguicite e estupidez de gente alheia.

Não suporto. 

E como o meu teclado já está em puro sofrimento, de tanta força com a qual estou a teclar neste momento, vou parar agora.

Para meu bem, para vosso e para o deles.

Ninguém merece...

08
Out13

Não suporto!

alex

Há coisas que me irritam profundamente. Sou uma pessoa bastante opinitiva e não tenho medo de me fazer ouvir.

Há 6 anos atrás não poderia dizer a mesma coisa, mas aprendi a minha lição durante os dois anos em que me deixei reprimir e hoje, não deixo que tal aconteça.

Mas há dias (como hoje) em que me apanham mais em baixo, mais frágil, mais cansada e eu pura e simplesmente...calo-me.

Por vezes dou comigo a pensar se de manhã, por estar ainda a dormir, não me terei enganado e não terei entrado na escola básica que existe em frente à minha escola secundária.

Porque todos os santos dias há um grupo de alminhas na minha turma, que me fazem questionar seriamente se estou numa turma de 12º ano ou numa turma de 5º (isto para não dizer pior).

Infantis. Imaturos. Arrogantes. Com a mania. Mal educados. Não têm respeito por ninguém: nem por eles, nem pelos colegas que querem ouvir o professor, nem pelo professor.

Enerva-me e hoje enervou-me especialmente. É verdade sim senhor que sou daquelas pessoas que, se quero estar com atenção à aula e o barulho me está a perturbar, deixo soltar uns quantos "SHHHS!" e "Oh pessoal, calem-se lá!". Não tenho problema algum em ser olhada de lado mais tarde por isso, ou de comentarem tal facto entre eles, rindo mesmo na minha cara.

Mas hoje atingiu-me. 

Custou-me estar na aula de Psicologia, o professor mandar fazer o trabalho de grupo e a malta começar toda na palhaçada. O professor é cego e como tal, não tem bem a precepção das coisas, mas não é surdo. Contudo, tem dificuldade em fazer valer a sua autoridade e como tal, eu e as minhas companheiras de grupo tentámos ao máximo acalmar o bando de animais selvagens que estavam dentro daquela sala.

Ignoraram, continuaram com as risadas, muitas delas dirigidas a nós. Mandaram bocas e olhares odiosos e eu mal me contive.

Só me apetecia um buraco para me esconder.

Há dias em que estas coisas mesquinhas não me atingem nem um bocadinho, porque cresci a ensinar-me a ignorar tais provocações.

Mas há dias em que não consigo, ou porque estou já triste com algo ou alguém, ou porque estou cansada ou porque pura e simplesmente... a menina pequena e indefesa que eu era no 5º ano vem ao de cima e deixa-se de esconder por debaixo da rapariga forte e dura que hoje sou (ou aparento ser).

Não suporto aquela gente.

Não suporto e a cada dia que passa desejo, cada vez mais, que o ano acabe depressa para eu me ver livre daquela malta toda.

Porque não os suporto. Não me acho maior que eles, melhor ou mais crescida.

Mas bolas, tenho um palmo de testa e um pinho de decência em mim para saber que não sou nada como eles!

Tenho a noção que muitos deles têm apenas como único objetivo de vida fumar 10 pacotes de tabaco por dia e mandar umas piadas de mau gosto para o ar, como quem não quer a coisa.

Mas esse problema é deles. Não meu.

Eu não devo ser afectada pela burrice, preguiçite e estupidez de gente alheia.

Não suporto. 

E como o meu teclado já está em puro sofrimento, de tanta força com a qual estou a teclar neste momento, vou parar agora.

Para meu bem, para vosso e para o deles.

Ninguém merece...

27
Ago13

Vida de gaja é difícil...

alex

Isto de ser gaja às vezes é muito complicado...anda uma pessoa aqui durante 1 mês a comer de forma saudável (tenho o meu dia da batota), a correr 7 a 8 quilómetros três vezes por semana, para depois chegar aquela altura do mês e ficar incapacitada de ir correr (de tão más que são as dores) e com vontade de comer tudo o que vê à frente.

É nestas alturas que condeno os espermatozóides do meu pai e os óvulos da minha mãe por terem-se fundido e criado uma menina invés de um menino, que não teria de passar por isto todos os meses.

Vida de gaja é difícil...

 

Only girls can get this ;)

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