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Something New

porque sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela

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Something New

18
Jun15

Depressão....

alex

Pós-concerto!.

Três anos depois de ter visto uma das minhas bandas favoritas ao vivo, ali estive eu no Meo arena, a saltar e a cantar que nem uma doida o reportório todo da banda.

Soube a pouco, sou sincera. No final, estava tão submersa no concerto que até fiquei de boca aberta quando eles todos se reuniram no centro do palco, fizeram a última vénia e saíram.

Para mim, Maroon 5 nunca desilude. Seja com músicas, albúns, videos ou concertos, não consigo não gostar de algo que esta banda faça. Ouvi-os pela primeira vez devia ter uns oito anos e a primeira música que ouvi deles foi o "This Love".

Foram a minha primeira banda (os D'zrt não contam ahah) e desde aí que não tenho outro amor igual a este. Gosto de outras bandas, mais rock, mais punk, mais pop, mais indie, mas Maroon 5 é Maroon 5.

Só gostava que o concerto tivesse sido maior - 90 minutos pareceram 90 segundos. Mas pulei, dancei e cantei como nunca antes! Queria ter fotos e vídeos de jeito para mostrar, mas eu sou a pior fotógrafa à face da terra e a máquina também não é das melhores.

Mas o importante é que foi uma noite muito boa, onde esqueci tudo e todos durante aquelas horas. O poder que a música tem é esse mesmo, o de nos transportar para longe sem termos de sair do lugar.

Que venha outro que agora estou com uma depressão pós-concerto, que não sei o que hei-de fazer à minha vida!

Por mim era todos os dias um concerto do meu amor!

 

DSCF1818.JPG

 

(Nunca vou chegar a fotógrafa profissional, bem sei, mas aqui está ele, Adam Levine, com a nossa bandeira às costas) 

14
Mai15

(My) Sugar

alex

Aqui há coisa de dois meses pensei para comigo (peço desde já desculpa pelo palavreado mas eu no meu dia-a-dia sou muito asneirenta e como tal, para não tirar credibilidade à minha pessoa, escrevo exactamente o que pensei naquela altura):

Que se foda. Que se foda mesmo. Eu tenho 18 anos. Eu trabalho, ganho o meu dinheiro. Não tenho filhos para sustentar ou casa para pagar (ainda). Não saio à noite desde os meus dezasseis (para bares e coisas que tais) e não bebo nem fumo desde aí também. Raramente faço alguma coisa que não seja estar a trabalhar ou em casa a ver séries. Sou solteira. Sou senhora da minha vida. Que se foda.

Vai daí, e o que é eu faço? Compro um bilhete para ir ver o meu amado, o meu mais que tudo, a minha luz na escuridão - Adam Levine.

Eu sei que disse que não ia. Eu sei que disse que ia guardar esse dinheiro. Eu sei que digo muita coisa e que sou uma mentirosa.

Mas foda-se, ai de mim se eu não me deixasse aproveitar a puta da minha vida um bocadinho - só um bocadinho.

Eu mereço caramba. Eu mereço ter um dia pelo qual ansiar. Eu mereço ter um dia para desligar de tudo e todos e desfrutar de música que eu gosto. Sem me preocupar com quem esteja à minha volta.

Já abdico de muita merda e para quê? Disto não posso abdicar. Para muitos é só um concerto, para mim é uma oportunidade de ser feliz uma vez que seja nesta merda deste ano.

Já o tenho. Ninguém me o tira - o dia 17 de Junho ninguém me o tira. 

Vemos-nos lá meu amor.

 

03
Jun14

O prometido é devido: RIR

alex

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assim que chegámos, fiz questão de ir andar no Slide. É um facto que eu e as filas não somos as melhores das amigas, mas queria tanto experimentar o slide, que assim que arranjei duas malucas para virem comigo, fui e até não tivemos de esperar muito. Já tinha feito slide anteriormente, mas este estava a uma altura superior e eu adorei cada segundo que passou a voar.
Os concertos também passaram a voar e tenho várias fotos, mas ou estão desfocadas ou estão muito longe e não se percebem bem por causa também da claridade...enfim, não sou a melhor das fotógrafas, digamos antes assim. Por isso deixo aqui apenas estas, excluindo sem intenção a Lorde, porque não consegui tirar nenhuma foto de jeito dela, visto que durante o concerto dela esteve à minha frente um amigo meu que é muito alto e robusto...

O que posso eu dizer sobre este dia? Foi óptimo, deu para estar com a malta toda, para rir, para cantar, para pular, para ser esmagada e empurrada, para quase ter um ataque de pânico no meio daquela gente toda (eu sou maluca, sim, sofro de ansiedade e vou pôr-me lá mesmo no meio da confusão, mas eu gosto é de estar lá à frente). Tirando esta última parte, que também não foi nada de especial e que só aconteceu porque a a malta fã dos Arcade Fire é toda maluca ( na segunda música que eles tocaram começaram a empurrar e a tentar fazer moches. Pois, não isso comigo não funciona, furei logo aquela multidão e sai dali o mais depressa que pude), tenho a dizer que me diverti para caraças! Aproveitei o concerto dos Arcade Fire mais de longe, mas soube-me ao mesmo!

Foi um dia em cheio e que eu adorava poder repetir mais vezes...pena é os festivais serem caros como os olhos da cara ( e por acaso para este, só dei 20 euros).

Queria ir ao Alive, mas já tirei o cavalinho da chuva. É as despesas da gala, é a feira do livro, é a tatuagem... o dinheiro não estica. Por isso, este ano, contento-me bem só com o facto de ter ido ao RIR no dia 31, porque foi um dia espectacular!

Daqui a dois anos há mais. 

14
Set13

The road to happiness

alex

Esta semana que passou, foi sem dúvida, a melhor semana das minhas férias. 

Comprometi-me a que tal acontecesse e fico com um sorriso enorme na cara cada vez que relembro esta semana que passou. Não consigo evitar sorrir e sentir-me abençoada.

Abençoada por ter as pessoas que tenho na minha vida, por ter a família que tenho e por pura e simplesmente, estar aqui, viva, a respirar, a observar, a aprender. A errar, a amar, a chorar, a rir e sobretudo a viver.

Todos nós temos os nossos dias, semanas, meses...digamos que fases menos boas em que só nos apetece baixar os braços e desistir.

Chegar a casa e deitarmo-nos na cama, cobrir-mos a cabeça com a almofada e afogarmo-nos nas nossas próprias lágrimas.

Bradar aos céus o quão zangados estamos com o Universo e em como este está sempre contra nós e nunca a nossa favor.

Fases em que nos esquecemos que a felicidade não é algo que se entregue a ninguém numa bandeja de prata.

A felicidade é algo pela qual se tem de trabalhar para termos. Não surge de um dia para o outro, sem um pouco de esforço ou uma pitada de esperança.

A felicidade existe...Não é, no entanto, algo que possamos tomar como garantido e fácil de obter.

Custa. Custa chegar àquela fase de êxtase, em que acordamos de manhã com um sorriso nos lábios e uma vontade enorme de arremessar os lençóis e saltar da cama.

Custa sentir aquela alegria de viver, principalmente quando achamos que não temos nada pelo que viver.

Custa muito sentir-mos abençoados e agradecidos pelo que temos de bom na vida, porque como seres humanos que somos, temos tendência a ir-nos abaixo depressa com o que vamos tendo de mau. 

Nestas férias aprendi a dar valor aos pequenos momentos. Uma saída com amigos, um almoço de família, uma mudança de cor de cabelo, uma noite de dança com as amigas, um dia bem passado na praia com os pais e irmã, um dia comigo própria para ler, escrever, sonhar...

Aprendi que a única constante na minha vida são as coisas boas que ela me dá. Essas coisas são constantes, são certezas. São a família, são os amigos, sou eu.

Ninguém me pode tirar este sorriso da cara. Nem mesmo a desgraça de horário que tenho este ano.

Nem mesmo o facto de ter na minha turma pessoas que não me agradam.

Nem mesmo o facto de a escola começar na terça-feira.

Nada consegue roubar este meu momento, este meu pequeno momento em que tudo o que consigo fazer é relembrar e sorrir.

Sorrio porque nem todas as fases da minha vida serão como esta: boas.

Sorrio porque é algo a que neste momento me posso dar ao luxo de fazer. E apesar de ainda haverem muitas coisas "más" na minha vida, muitas fases em que cegamente cega, recuso-me a ver a luz ao fundo do túnel, neste momento, vejo-a na perfeição.

A felicidade não é algo do qual possamos desfrutar todos os dias, a todas as horas da nossa vida.

É algo que sentimos de tempos em tempos, ao longo de um dia, de uma semana, de um mês, de uma vida.

Não é algo constante. Mas as pessoas que nos proporcionam felicidade, são.

Mas também, se a felicidade fosse uma constante, deixaria de ser algo tão cobiçado e fascinante como é.

Perderia o seu encanto.

Acredito que a felicidade somos nós que a construímos, dia após dia, decisão após decisão, com a ajuda das pessoas certas.

Acreditar é a chave. E eu acredito. Só que às vezes esqueço-me.

Só isso. 

 

Aqui ficam alguns momentos desta semana

que justificam o meu estado de espírito (e por consequência, este texto)


Em Santarém, onde conseguimos encontrar UMA Cache, depois de

um dia inteiro à procura


A mudança de visual...estou completamente apaixonada pela minha nova cor,

num tom vermelho escuro, a foto não lhe faz justiça!


Uma noite inesquecível...

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