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Something New

porque sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela

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Something New

22
Dez19

Os planos falham, mas a mudança do ano não

alex

Não fugi. Nem me escondi. Nem vos abandonei. Talvez me tenha abandonado um pouco a mim, mas enfim.

O mês de Dezembro trouxe muitas emoções. Reflexões. No início de 2019 eu tinha todas as certezas do mundo. Tinha um plano. Eu tenho sempre um plano. Gosto de me gabar, de dizer que sou impulsiva. Um dia não tenho franja, no outro decido cortá-la. Vou dormir com seis piercings, no dia a seguir acordo e decido ir fazer um sétimo. Quero cabelo preto, então pinto, depois quero cor de vinho, e pinto. Quero-o loiro...hesito. Não pinto.

Não sou impulsiva. Não sou destemida. Não sou. Sou boa a fingir que o sou. Isso sim.

Eu tinha um plano. Tenho sempre de ter um plano. Ter planos evita surpresas e God, como eu odeio surpresas. Odeio não saber. Tenho de saber, sempre, tudo. Como é que se chama aquele actor, daquele filme? Vou procurar. Como é que se faz um cachecol em malha? Vou já pedir à minha avó para me ensinar. O que são estas dores chata e anormais nesta zona do meu corpo? Vou já ao médico descobrir. Eu necessito de saber, e se calhar é por isso que uma vez, na universidade, o meu professor de Long Form Journalism me disse:

"You don't want to become a Journalist. You have to be one Alex. Because you don't just write stories, make things up as you go and wish for the editor, the teacher, to eat your bullshit up. You do research, you care, you look it up one, two, three times. You don't just ask questions, you seek for the answers like an annoying three year old toddler who keeps asking why, why, why. You don't want to be a journalist, because you already are one."

Não lhe dei razão. Ainda hoje não dou. Sou longe de ser jornalista. Desconfio que algum dia o venha a ser. Não o quero ser. Mas eu tinha um plano. Eu tinha um plano para 2019. Para mim.

Faltam exactamente nove dias para 2019 terminar. Eu tinha um plano e o mesmo falhou. Por completo. Foi um completo desastre. Não o meu ano, esse não foi mau. Mas também não foi bom. Foi duro. Foi melhor que 2017, pois creio que nenhum ano possa vir a ser tão mau quanto esse foi. Foi pior que 2018 porque em 2018 fui muito feliz. 2019 não era para ser o pior ano, ou o melhor ano, ou o ano feliz. Era para ser o ano do Plano. E o Plano...falhou.

E não tenho escrito nestas últimas semanas porque, o que tenho feito nestas últimas semanas é tentado digerir esse facto. O facto de que o meu Plano falhou, de que eu falhei. E eu não falho. Os meus planos nunca falham. Nunca. Talvez nem sempre corram tão bem como eu esperava, talvez deixe umas pontas soltas aqui e ali...mas nunca falham. E foi logo este ano que falhou. Que eu falhei.

E podem perguntar-se vocês...Não era o plano regressar a Portugal? E não regressei? O Plano não era regressar. Eu regressei, de facto. Mas trouxe muita coisa comigo. Demasiada coisa. Muita mágoa, muito rancor, muitos medos, muitas cicatrizes, muitas dúvidas, muitos traumas. Muita bagagem. Mais do que as seis caixas e as três malas cheias. Muito mais.

Eu regressei mas ainda não estou cá. Não sei se alguma vez estarei. Eu fui e vim, demasiadas vezes. Sempre com planos, sempre com certezas, de algo, por mais pequeno que fosse...algo. Tenho estado muito tempo sozinha, a pensar. Só a pensar. Na primeira semana deste ano, passada no hospital, sozinha, assustada, pequena. Tão pequena, naquela cama de hospital longe de tudo e de todos, com medo de tudo e de todos. Com dores nos ovários. Com dores na alma. No coração.

Fiz um plano. Tinha tudo pensado. Vai acontecer assim e assado. Deu tudo errado. Tudo. E o texto já vai muito longo, e o que deu errado vocês provavelmente leram aqui e o que não leram não vale a pena eu agora estar a contar. Agora, com o ano quase a terminar, voltei ao hospital, outro, não por causa de mim. Caminhei pelos corredores de um hospital no meu país, como visitante. Vi as enfermeiras caminhar à minha frente, a discutirem as suas vidas pessoais. Vi a senhora das refeições entrar no quarto onde estava a pessoa que fui visitar e distribuir iogurtes. Aqui come-se iogurtes. Lembro-me de me terem oferecido chá com leite quando fui eu. Sorri. Senti-me como uma estrangeira. Eu não como iogurtes. Também não bebo chá com leite.

Comecei 2019 no hospital, por mim, com um plano. Se bem que o ano ainda não acabou, e a pessoa felizmente já não está no hospital, é muito estranho como este ano se fecha assim, quase como num círculo perfeito. É irónico. Termino com um plano falhado. Com menos uma casa. Menos uns amigos. Com mais uns cortes no coração e uns pedaços da minha alma deixados ao vento. Contudo, termino este ano com os meus. Os que não me falham. Porque os planos falham e as pessoas também nos falham, mas há sempre os que não. Os que não nos falham.

O ano passado, sentada no chão a comer restos de pizza ressabiada na véspera de natal, completamente sozinha enquanto todos os que eu conhecia se sentavam à volta da mesa para comer o bacalhau, eu chorei. Chorei e comi por entre as lágrimas, porque mesmo quando temos de chorar, temos de comer. Em 2018 não tinha planos, e fui muito feliz. Mas fui muito miserável. Vejo agora. Porque este ano não vou comer restos de pizza. Porque este ano vou sentar-me à mesa e comer bacalhau. Comer rabanadas. Jogar monopólio e às cartas. Vou dar prendas e abri-las e nos entrentantos vou chorar. Vou chorar pela menina que chorou sozinha no Natal passado, e pela menina que chorou sozinha no hospital este ano. Vou chorar pela menina de 2019, cujo plano falhou e depois? Depois, porque me está no sangue, vou limpar as lágrimas e vou planear o meu 2020.

Um feliz Natal a todos os que chegaram ao final deste texto. Um obrigada por estarem desse lado, ao fim de todos estes anos. Sejam felizes. Nem que seja só por um segundo, por um minuto, por um dia, enquanto comem filhoses, ou restos de pizza sozinhos. Não vos escreverei até para o ano, provavelmente. Quero aproveitar bem este Natal. Este ano não faço um texto a dizer o que quero que seja 2020. Este ano escrevo-vos este texto. Grande, confuso, all over the place. Falhado. Porque foi assim que foi o meu 2019. E em 2020 regresso, com ou sem plano. Provavelmente com, porque me está no sangue.

Um feliz Natal e um bom ano novo.

11
Jan17

Já foi!

alex

Passou o Natal, passou o ano novo e cá estamos, no ano 2017!

Se tivesse que definir o ano de 2016, diria que não foi o pior que já vivi, mas podia ter dado mais de si. Não tanto a nível pessoal mas mais a nível mundial. A nível pessoal, diria que foi um bom ano. Visitei um dos sítios que queria imenso visitar, a Coreia do Sul, conheci e explorei novos sítios, tive um dos melhores aniversários da minha vida, em Brigthon, com amigos que considero família, poupei dinheiro, fui a casa no Natal e conclui com sucesso o primeiro ano da uni.

Para 2017, os planos já são vários. Viajar mais, aproveitar mais as minhas folgas e dar mais atenção à familia e amigos que estão em Portugal e que por vezes são um pouco negligenciados. Quero também investir mais tempo no blog, coisa que já não estou a fazer bem porque já estamos na segunda semana do ano e este é o meu primeiro post de 2017.

Mas tudo se faz com vontade e eu espero tê-la este ano. Acho que é o que quero mais para este ano: vontade.

 

31
Dez15

Com um pé em 2015 e o outro em 2016

alex

Chegou o post da praxe. O fim de 2015 está aqui. E sim, vou dizer o mesmo que digo sempre: não acredito que já passou mais um ano.

Acho que há medida que o tempo vai passando, vou sentido cada vez mais aquela urgência enorme de fazer coisas. Viajar, conhecer novos sítios, arranjar finalmente um namorado, inscrever-me num curso de linguas qualquer....Porque sinto, a cada ano que passa, que o tempo passa por nós demasiado depressa.

E se há quem tenha medo de morrer, eu cá tenho medo de não ser capaz de viver enquanto estou viva. Tenho medo de não vir a fazer todas as coisas que quero fazer, porque a verdade é esta: o tempo tem pernas longas.

Mas penso que 2015 foi o ano em que fiz mais com a minha vida. O ano que vai ficar na minha memória para sempre. Enquanto que há anos dos quais eu não tenho muitas memórias, 2015 vai ser com certeza aquela que vou recordar com mais vividez.

De 2014 para 2015 trabalhei que nem uma louca para conseguir dinheiro para poder vir para Londres.

Foi este ano que passei horas, dias e semanas numa loja que me sugava a vida, com um patrão que me pagava dinheiro de escravo e um aperto no peito todos os dias. 

Foi em 2015, mais concretamente dia 6 de Agosto, que cheguei ao país onde sempre sonhei viver - Londres.

Foi em 2015 que testei os meus limites, que descobri coisas novas sobre mim e sobre os outros à minha volta, que lutei pelos meus sonhos mais do que em qualquer outra altura.

Foi em 2015 que comecei uma vida de adulta. Comecei a pagar a renda da minha casa, a minha comida, as minhas despesas todas. Foi este ano que, aos olhos da sociedade, me tornei adulta. No entanto, ainda continuo uma jovem rapariga que, por vezes, não sabe bem o que anda a fazer da vida.

Foi em 2015 que ganhei uma nova família. As pessoas com quem moro agora receberam-me de braços abertos, só uma delas me conhecendo bem, e desde aí que fizeram tudo por mim. Foram elas que me ensinaram a andar aqui em Londres. Foram elas que me ampararam as quedas feias que já dei desde que aqui cheguei. E são elas que continuam a apoiar-me incondicionalmente, como se fossem minhas irmãs e irmãos.

Só por isso, 2015 já ganhou o prémio de melhor ano da minha vida. As pessoas que eu conheci desde que aqui cheguei, as amizades que fiz, tanto as que moram comigo, como as que trabalham comigo, como aquelas que andam na Uni comigo, são mais valiosas que qualquer outra coisa que me aconteceu este ano.

Foi em 2015 que aprendi a viver com a saudade. Aprendi que a vida é feita de muitos sacrifícios, tanto dos que saem de Portugal como dos que ficam. 

Foi em 2015 que trabalhei para pessoas nojentas. Más. Desrespeitosas. Que eu espero nunca voltar a ver na minha vida.

Foi em 2015 que comecei a minha carreira (pausa para risos) como sales assistant. 

2015 foi, sem dúvida alguma, o melhor ano da minha vida. Independentemente dos precalços, das lágrimas, das adversidades e dificuldades pelas quais passei para chegar aqui, onde estou hoje, sentanda no beliche que eu comprei, com o dinheiro que eu fiz a trabalhar horas e horas, em Londres, este ano foi o meu ano. O meu melhor ano.

Conquistei uma etapa muito importante da minha vida. Realizei um dos meus muitos sonhos. Fui feliz. Estou feliz, apesar de me queixar de vez em quando.

Não podia ter pedido por um 2015 melhor, porque afinal a vida também é feita de obstáculos e desses também não faltaram este ano. Mas ultrapassei-os e aqui estou.

Num dia era apenas um sonho, um talvez. Hoje, é a minha realidade, a minha vida. 

Agora para 2016 só peço um namorado. Foi a única coisa que ficou em falta este ano.

Brincadeira, que os homens só dão dores de cabeça, que eu vivo com dois e vejo as dores que eles dão à C. e à H.C.

Para 2016 só peço saúde. Para mim e para os meus. Porque a maioria deles já não vão para novos e este mundo anda doente... só peço saúde. 

O resto que venha por acréscimo, bom e mau, que eu cá estarei para receber ambos.

Feliz ano novo minha gente!

01
Jan15

Os primeiros passos no primeiro dia (de 2015)

alex

Não usei cuecas azuis, não comi as 12 passas porque não sou fã das mesmas, não sei se o pé que aterrou primeiro no chão foi o direito ou não porque, inteligente como sou, saltei com os dois ao mesmo tempo e hoje não comi McDonalds (até agora ainda não tinha ouvido desta "tradição" em particular mas a verdade é que hoje já vi pessoas suficientes a afirmarem que a mesma existe.

Não sou rapariga de tradições, como podem verificar. Mas sou, no entanto, uma rapariga que passou a meia noite com amigos, a rir e a festejar, sem cometer erros do passado (afinal de contas já não sou a menina de dezasseis anos que era...) e tenho a dizer que apesar de não ter cumprido nenhuma das tradições que muita gente cumpre na passagem de ano, houve uma coisa que fiz:

Ao olhar para o céu, o mesmo colorido pelas cores hipnotizantes do fogo de artificio, pedi um desejo.

Porque apesar de saber que esse desejo só se irá realizar com muito esforço da minha parte, também acredito que uma parte dele depende do Universo e da vontade do mesmo em me dar uma ajudinha.

E porque não quero perder tempo e já devia ter começado a tratar de certas coisas há mais tempo (fui adiando devido à minha instabilidade no que toca a ter um trabalho), hoje passei o dia a tratar de coisas que me vão deixar mais perto de alcançar o meu objectivo.

Apesar de o ter feito com apenas três horas (mal dormidas) em cima, hoje vou jantar uma sopinha e enrolar-me nos lençóis logo de seguida com um sorriso nos lábios porque sinto que, finalmente, estou a tomar as rédeas da minha vida.

31
Dez14

A desgraça de 2014

alex

Foi, sem dúvida alguma, a leitura. Nunca (e eu sei que nunca se diz nunca, mas neste caso, é mesmo nunca!) tive eu um ano tão pobre em leituras como este.

Comecei muito bem, cheia de entusiasmo com os livros da Gillian Flynn, um que recebi no Natal de 2013 como prenda e que o li ainda mesmo antes de o ano terminar, e o outro que o fui comprar logo a seguir (já em 2014) porque estava obcecada pela escritora.

Pelo meio lá li um romance do Nicholas Sparks, também oferecido no Natal de 2013 e que eu já tinha lido mas que é o único livro dele que eu gosto e um dos poucos livros que me fez chorar (A Culpa é das Estrelas foi um outro, por exemplo). Depois andei em busca de algo que me desse palpitações como o livro Gone Girl, mas não encontrei nada que me enchesse as medidas. Voltei então para um género do qual também sou muito amiga, o fantástico.

Li três livros da colecção Wicked Lovely e depois a coisa descambou a partir daí. Tentei, isto já na altura do verão, ler um livro de umas das minhas autoras favoritas (Juliet Marillier) mas andei com ele até bem depois de Setembro, não porque a história não fosse interessante (o que é, bastante e a autora nunca me desilude) mas tinha tanta coisa em que pensar e tinha tanta coisa a preocupar-me, que ler não estava na minha lista de prioridades.

Depois escrevi aqui um post sobre a minha preguiça, porque acho que apesar de tudo não lhe posso chamar outra coisa, e comprometi-me em tentar a todo o custo cumprir o meu objectivo de 14 livros para este ano.

Escusado será dizer que estamos a 31 de Dezembro, a exactamente a 13h de iniciar 2015 e eu tenho oito livros lidos.

Oito livros. Num ano. Em 365 dias.

Quase que me afundo em vergonha, tal é o tamanho da mesma.

Foi a minha única desgraça este ano. Nunca em toda a minha vida eu li tão pouco num ano. Podia estar aqui com aquela conversa de que 2014 foi um ano complicado, de muitas mudanças e desafios (porque foi) mas a verdade é que para mim, arranja-se sempre tempo para os livros.

Para compensar, fartei-me de ler numa aplicação chamada Wattpad e talvez também isso tenha contribuído para o facto de eu ter lido poucos livros, de "carne e osso".

PORTANTO, com isto dito, o meu único objectivo para 2015 é, simplesmente, ler mais. MUITO MAIS do que o que li este ano.

O ano passado (2013) coloquei como objectivo a mim mesma tornar-me numa pessoa mais positiva e tenho-vos a dizer que apesar de tudo, penso que consegui. Já não me sinto aquela pessoa triste e negativa que costumava ser e olhem que este ano tive muitas razões para o ser.

No entanto, tentei encarar cada contratempo com uma visão mais positiva e penso que encontrei uma forma de o fazer. Claro que me permiti ficar triste, frustrada, chateada e desiludida com todas as coisas menos boas que me apareceram à frente este ano e claro que muitas vezes vim aqui expressar isso. No entanto, e ao contrário do meu "eu" antigo, não deixei que tais sentimentos se prolongassem para o dia seguinte.

Ficava mal naquele dia, no entanto, antes de fechar os olhos para adormecer, pensava sempre em coisas boas e positivas e dizia para mim mesma:

As tristezas de hoje serão as alegrias de amanhã.

E mesmo que o não fossem, não desistia e continuava sempre com um pensamento muito mais positivo que aquele que tinha há dois anos atrás.

Claro que não o fiz sozinha, como tudo o resto que faço nesta vida, fiz com a ajuda de pessoas preciosas para mim.

Assim, concluído com sucesso o objectivo que estipulei em 2013 para 2014, fica aqui registado o meu novo objectivo para um novo ano:

Ler mais livros em 2015.

E quando digo mais, não é ler 9, visto que este ano só li 8.

Não. É ler, no mínimo 15 e no máximo 20.

E ai de mim que daqui a um ano esteja aqui a escrever-vos a dizer que não cumpri o meu objectivo de 2015.

Ai de ti Alexandra, estás a ouvir??

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