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porque sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela

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17
Jan15

Fico assim

alex

Agora mesmo, ao responder a um comentário (e já agora, agradeço a vocês que deixam as vossas palavras na secção dos comentários, eu fico sempre deliciada e admito que ao fim de quase quatro anos de blog ainda um pouco admirada que exista quem leia o que eu escrevo e se dê ao trabalho de comentar) escrevi algo que me saiu sem eu sequer ter de pensar nisso.

Quando li o que tinha escrito, foi como se uma luz se estivesse acesso na minha mente e finalmente, percebi.

Somos todos diferentes. Como tal, eu não posso esperar dos outros aquilo que eu mesma lhes dou. Não posso de forma alguma criar expectativas com base na pessoa que eu sou, com base na forma como eu trato e lido com os meus, na forma como eu ajo e vivo. Assim como não posso criar expectativas acerca de uma pessoa que não conheço, não posso criar expectativas em relação às pessoas que conheço.

Porque se as conheço sei que elas não são eu. Aliás, ninguém é eu. Eu sou eu. Por isso, e como somos todos diferentes, eu não posso esperar dos outros aquilo que eu lhes dou.

Porque eu sou eu e eles são eles. E apesar de muitas vezes desejar que me dessem a mim o que eu dou aos outros, isso não é possível porque ninguém é igual.

Então e perante isto, o que é eu faço? Deixo de ser eu? De ir ao salvamento de todos os que amo sem pensar uma vez em mim; de estender a mão quando a pessoa não merece nem a ponta do meu dedo; de me sacrificar e de aturar coisas que muita gente não aturaria; de depender tanto da felicidade dos outros para que eu própria possa sentir-me minimamente feliz?

Deixo de ser esta pessoa e passo a ser como eles? Se não os podes vencer, junta-te a eles, é assim?

Mas eu já tantas vezes que tentei e ainda mais foram as vezes que falhei.

Não consigo. Ficamos assim.

Somos todos diferentes, por isso, não posso esperar que os outros me dêem o que eu lhes dou de mim.

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