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Something New

porque sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela

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Something New

19
Jan15

The Nerd in Me

alex

Há uma parte muito recôndita de mim que nem todos já tiveram o privilégio de ver.

Não sou daquelas jovens raparigas que perde a cabeça e se derrete com um pedaço de bom homem que se lhe atravesse à frente (excepção a isto sendo o Adam Levine, obviamente.) 

Não sou daquelas jovens raparigas que hiperventila quando vai a um concerto da sua banda ou cantor/a favorito/a e que chora de emoção (nem com o Adam Levine sou assim.)

Agora...se vejo um Carocha de 69 lindo de morrer, ou um Volkswagen Impala de 63 a passar por mim na rua, começa o meu coração a bater depressa e a minha exitação é de outro mundo - coitada da pessoa que tiver comigo pois sou bem capaz de estar os próximos dez minutos a falar sobre a beleza extrema de dito cujo.

Se me convidarem para ir ao cinema ver um romance, o mais provável é deixar-vos a comer pipocas sozinhos - agora se me disserem para irmos ver um filme cómico, de terror ou de acção com muitos tiros e mortes, eu até sou capaz de vos oferecer o vosso bilhete.

Rio-me às gargalhadas a ver episódios dos Friends pela milésima vez enquanto bebo chá verde na caneca que tenho dos Friends (melhor prenda de anos de sempre, graças à D.) Mas rio-me tanto que a minha mãe uma vez se chegou ao pé de mim com uma meia na mão e me a enfiou na boca (por acaso a mesma estava lavada, senão ia haver tourada).

Consigo muito bem chegar ao ponto de soltar uns guinchos de excitação se estiver naquela parte daquele livro em que as personagens principais finalmente se beijam.

Sou capaz de passar as minhas noites a ver os três filmes do Back to the Future (os meus favoritos) e uns quantos episódios de Doctor Who (que comecei a ver recentemente e agora já nem trabalhar ia só para estar em casa a ver a Billie Piper que é um amor, admito)

Passo noites a escrever histórias onde a rapariga e o rapaz acabam juntos, enquanto que durante o dia rezo a pés juntos que o amor a mim não me interessa para nada.

Uso lentes de contacto há quatro meses mas nunca vou deixar de ser a caixa de óculos que sempre fui.

Apesar de me vestir de forma polida, adoro as minhas calças de treino e as sweats grandes e fofinhas do meu pai (que já lhe estão pequenas).

Não sou flor que se cheire mas quando quero, até sou capaz de mostrar mais de mim para além dos picos que me protegem.

No fundo, sou uma Nerd autêntica cujo primeiro amor são os carros antigos, o segundo o Adam Levine e o terceiro tudo o que envolva ficção científica, carros lindos e maravilhosos que permitem viajar no tempo e cabines telefónicas de nome Tardis.

Meninos e meninas, senhoras e senhores, bichos e plantas... apresento-vos a Nerd em mim.

23
Dez14

The Best Of...

alex

2014!

Mas que ano...

E por ter sido tão grande, resolvi fazer uma espécie de Best Of 2014, desde livros, filmes, bandas, séries a momentos e pessoas.

Não sei se estou atrasada para esta festa ou não, mas como eu nunca fui de acompanhar modas, aqui está o meu Best Of 2014!

 

Comecemos por filmes:

Este ano até que vi uma quantidade aceitável de filmes, alguns deles mais do que uma vez. No entanto, aqueles que mais gostei e talvez porque foram os que vi mais recentemente (e já todos nós sabemos que a minha memória é pior que a de um peixe...) foram o Gone Girl (em português Em Parte Incerta) e o The Hunger Games Mockingjay Part 1.

                            

O livro Gone Girl também está na minha lista de bests de 2014, mas mais sobre isso depois. O filme não desiludiu e penso que tem tudo para constar na lista de nomeados ao Óscar porque realmente conta uma história espetacular, de fazer cair o queixo, com perfomances ainda mais espectaculares! Tiro o chapéu aos actores, ao David Fincher e à Gillian Flynn porque, realmente, está top!

O Hunger Games também gostei imenso e apesar de ter lido e ouvido críticas duras ao mesmo, em que diziam que este era mau, tenho a dizer que discordo. Não é o melhor deles todos (sendo esse para mim o Catching Fire) mas acho que não é assim tão mau como vi e ouvi muita pessoa dizer. O facto de o ter ido ver ao cinema e ainda por cima à borla, ajudou, não vou mentir!

 

Séries:

Mais do que as mães e quem me conhece sabe que se eu pudesse ganhar a vida a ver séries, era um dos meus trabalhos de sonho. No entanto, este ano, houve duas séries que para mim se destacaram, que eu aprovo a 100% e que devoro cada episódio a cada semana que passa.

                            

Jane The Virgin é uma comédia. Basicamente, a personagem principal, Jane, é virgem e é artificialmente inseminada por engano.

Só por aí já estão a ver não é... E depois há o Brett Dier e o Justin Baldoni que são só a cereja no topo do bolo. Vejam e depois escusam de me agradecer.

Depois temos o The 100 que não tem nada a haver com a anterior mencionada pois é uma serie de acção e ficção cientifica (e eu adoro a minha ficção cientifica, tenho de admitir.) Esta segunda temporada que estreou este ano está a deixar-me de cabelos no ar, com as emoções à flor da pele de tão boa que está a ser!

E quando for grande quero ser como a Clark.

 

Livros:

Bom...quem acompanha o blog deve saber que este ano, no que toca às leituras, a coisa andou crítica... não vou conseguir cumprir com o meu objectivo de 14 livros e penso, que em toda a minha vida, nunca li tão pouco como este ano.

Podia estar aqui a dar mil e uma desculpas para tal, mas acho que já o fiz num outro post há uns tempos atrás, por isso não vos maço.

Agora que houve dois livros que eu gostei imenso de ler este ano, esses dois foram Gone Girl de Gillian Flynn e Bel: O amor para além da morte de Care Santos.

       

 

O primeiro foi arrebatador; de ganhar um par enorme de olheiras por ficar até às tantas a ler; de bufar em frustração ao ler o último capítulo; de ficar atónita ao chegar à segunda parte do livro; de bater palmas no final de tão genial que é.

E mais não digo a não ser: se ainda não o leram, estão à espera do quê?

O de Care Santos li-o com mais calma mas com a mesma vontade. É uma leitura diferente, também dentro do género do thriller mas muito mais leve e juvenil e que nos deixa a pensar seriamente sobre a amizade, o amor, e nós próprios enquanto pessoas.

Deixo-vos uma passagem do mesmo: "Só somos realmente vulneráveis diante daqueles que nunca seremos capazes de atacar"

 

Música:

No que toca à música, 2014 foi o ano em que descobri All Time Low. Pronto, minto, eu já os conhecia mas nunca me tinha dado ao trabalho de os ir ouvir. Agora não quero outra coisa. Forever the Sickest Kids também é uma das bandas mais tocadas no meu telemóvel este ano, assim como Maroon 5 (mas isso é todos os anos) e para surpreender e deixar muita gente a pensar: esta gaja é maluca....Kpop!

 

      

Passo a explicar: a D. apresentou-me este ano a um mundo fantástico chamado Kpop. Bandas como Shinee, EXO, Girl's Generation e Super Junior fizeram parte do meu ano em termos de música. Há quem deteste e há quem adore - o que eu tenho a dizer é que quando uma coisa ou alguém é muito bom, vai sempre haver estes dois lados.

Assim como eu que tenho quem me odeie e depois quem me ame, o Kpop é igual. Mas assim como não se julga um livro pela capa, também não se julga uma banda ou um artista pelo género de música que produz.

 

Momentos:

Foram tantos que escolher só um ou dois é impossível. Mas eu tentei.

A gala de finalistas, a recessão dos diplomas do secundário, o meu primeiro trabalho, a minha tatuagem, o jantar com a C. que veio de Londres visitar, o dia em que apareci em grande destaque aqui no Sapo e recebi mais de 3.000 visualizações num dia, graças a esse destaque... e muitos outros que fariam deste post um monstro ainda maior que aquele que já vai ser.  (Sem fotos porque não estou na posse delas)

 

Pessoas:

Os meus pais e a minha irmã, sempre. A minha avó e os meus avós. A D., a M. , o P. e a C. todos eles comigo já há uns bons anos, e fazem sempre parte dos meus Best Of de tudo. As pessoas que conheci no meu primeiro trabalho que me ensinaram muito! E vocês todos, claro, que já há três anos que "gramam" comigo - o que não é nada fácil por isso, parabéns!

 

Blogs:

E para terminar em grande, deixo aqui registado que o meu blog favorito deste ano é.... (barulho de tambores!)

Bata&Batom!

Sem querer tirar mérito a todos os outros que leio e acompanho, obviamente, escolho este pelo simples facto de o ter descoberto este ano e de já ter dado umas valentes gargalhadas com o mesmo!

 A autora é genial, tenho de dizer. Visitem e depois digam-me se tenho razão ou não!

E porque este tornou-se no post mais longo à face da terra, despeço-me não antes de pedir que deixem nos comentários alguns dos vossos próprios favoritos de 2014!

 

01
Abr14

Não me consigo conformar...

alex

Com o final de uma das minhas séries favoritas, o How I Met Your Mother. Não me conformo. E passo a explicar porquê...para quem ainda não viu a série e quer começar a ver, ou para quem acompanha a série mas ainda não viu o episódio final, para quem não quer ver spoilers, não continue a ler. Mas eu tenho de deitar isto cá para fora.

 

 

No entanto, a série continua a ser uma das minhas favoritas e para quem ainda não viu e está a pensar ver (e não foi curioso demais e leu a parte cheia de spoilers) veja, porque a série é muito engraçada (pelo menos para mim, mas eu também sou fácil de fazer rir).

Assim chega ao fim uma era. E pronto, estou triste e deprimida, por isso vou ver Friends.

21
Jan14

Mesa de cabeceira improvisada

alex

 

 

A minha mesa de cabeceira é nada mais nada menos do que a minha secretária. Passo a explicar. A minha cama é alta, não tão alta como um beliche, mas alta o suficiente para me dar pela cintura, porque por debaixo da mesma costumava ficar a cama da minha irmã (daquelas de gaveta) quando ela tinha menos de 3 anos. Agora é mais um sítio para pôr tralha (debaixo da cama, não na cama). Tenho de empilhar vários livros na minha secretária para poder ter os meus essenciais à mão quando estou na cama, como o telemóvel e lenços. Os livros na minha "cabeceira" são ao todo 5 para fazer altura, mas neste momento só estou a "ler" dois. O que se vê na fotografia, que é do Luís Miguel Rocha (gostei muito do outro livro dele, A Mentira Sagrada e comprei este na feira do livro o ano passado, com direito a um autógrafo e tudo!) e o Memorial do Convento que está por baixo, dentro da minha capa, no qual não toco à uma semana. Pois, não tenho lido muito esta semana que passou e tal deve-se a uma única coisa: Arrow, a série. Agora que descobri que posso ter a aplicação do wareztuga no telemóvel, já não acabo as minhas noites a ler mas sim a ver caras (e corpinhos) lindas (os) que aquela série proporciona aos espectadores. Caso para dizer: malditas tecnologias!
Mas nada de preocupações que já vou a meio da segunda temporada, por isso lá para o final da semana já vou estar a "devorar" este menino que vêm na fotografia acima (e a passar os olhos pelo Memorial...prometo!)

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