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Something New

porque sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela

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22
Jan16

Do caraças...

alex

Tenho andado cansada. Rabugenta. Sem paciência para nada nem ninguém. Na Terça-feira tive um dia de cão. Tudo correu mal. Recebi más notícias. Recebi o meu closet que acabou por não caber debaixo do meu beliche.

A C. e H. pegaram em mim e fomos ao sushi em Golders Green, o nosso restaurante favorito. Não me lembro de alguma fez me ter rido tanto como nessa noite. Doía-me a barriga de tanto rir. Nem consegui terminar a minha refeição porque não conseguia não rir durante 5 segundos.

Chegámos a casa perto das 21.00 e eu ainda tinha o roupeiro por montar - e já sabia que ele era demasiado grande para caber debaixo da cama. Voltei a entrar em modo depressivo, sem saber o que fazer. 

A C. e a H. pegaram nas instruções, nas peças e transformaram-me um roupeiro flop numas coisas jeitosas para arrumação, que cabem debaixo do meu beliche. Agora tenho espaço no meu roupeiro (que já cá tinha) e tenho sítio onde arrumar os sapatos, sem estarem à vista no meio do quarto.

Chorei. Chorei nessa noite porque não sei o que faria sem estas duas almas. Juro que não sei. Eu sei que a nossa família é a nossa família e os nossos amigos são os nossos amigos mas...estas raparigas tornaram-se na minha família no espaço de quase seis meses. 

Lembro-me de dizer isto de muita gente, ao longo de toda a minha vida. Mas isto é realmente diferente. Nunca tinha percebido muito bem quando a C., que já cá estava e falava comigo quando eu ainda estava em Portugal, me dizia que eles aqui eram a família uns dos outros e que era diferente daquelas coisas que nós tínhamos no secundário ou até no básico em que éramos todos como irmãos e irmãs. Nunca tinha percebido até muito recentemente. 

Eu moro com mais pessoas para além delas as duas e essas sim, são só amigas e pessoas com quem vivo. Mas a C. e a H. são a minha família aqui. Sempre fui má com palavras. Não falo dos meus sentimentos, não me expresso bem para com as pessoas e guardo muito daquilo que quero dizer para mim, especialmente se forem coisas assim deste género. Gratidão, amor, os sentimentos que devia exprimir e que guardo muito para mim. Mas tento ao máximo transmitir o quão agradecida sou, todos os dias, por as ter na minha vida, através de acções.

Acho que isso é o mais importante. Receber e dar.

Isto tudo a propósito do facto de que o facebook fez questão de lembrar que eu e a C. já nos conhecemos vai para cinco anos. Na altura, eu de chucha na boca e totós e ela com pó talco na cara, nunca sonharia que um dia acabaríamos juntas a viver em Londres.

Duas raparigas de uma cidadezinha em Lisboa, com 14 anos, ambas com tantos problemas existenciais naquela altura, cinco anos depois a viverem numa das cidades mais apregoadas do mundo.

A vida é do caraças, não é?

06
Abr15

Com o passar das estações

alex

Espero que tenham todos tido uma óptima Páscoa! Pessoalmente, a minha não foi nada de outro mundo.

Para mim, estes feriados religiosos só servem para eu estar com a minha família, para além dos meus pais e irmã. É como os aniversários e as outras celebrações - para mim só têm significado porque tenho oportunidade de estar com pessoas que eram o meu mundo.

Mas os tempos mudam, e as pessoas também. Cada vez mais me tenho convencida que a minha família do coração vai ser sempre - e somente - os meus pais, a minha irmã e os meus avós. Porque o resto já está tudo muito longe do meu coração para ser a família do coração. Agora são mais só a família de sangue do que outra coisa.

É incrível como os nossos sentimentos para com alguém podem mudar ao longo do tempo. Há uns anos atrás, a minha família era o meu mundo; a minha rocha; o meu suporte. Eu sabia que podia-me acontecer de tudo, mas que eles estariam lá para mim fosse pelo que fosse.

Hoje essa certeza já não o é. Não duvido que eles gostem menos de mim ou eu deles - mas agora estamos todos crescidos, todos têm as suas vidas, os seus horários, os seus compromissos e a fossa que se foi abrindo à uns anos, está maior do que nunca.

Primos com quem cresci, que foram como irmãos. Que me fizeram chorar mas que limparam as minhas lágrimas. Que me fizeram rir com anedotas parvas, truques de magia fascinantes (e que ainda hoje não sei como se fazem) e aventuras por demais.

Tios com quem ia de férias no Verão, com quem partilhava segredos, com quem ria e brincava. Padrinhos com quem fazia o mesmo e muito mais.

Estamos todos tão perto uns dos outros, e no entanto, nunca estivemos tão longe. Literalmente, os meus tios moram aqui, a dez minutos de minha casa e eu nunca lhes ponho a vista em cima. Não é por falta de tempo - é por falta de vontade.

Pronto, está dito. É mau de se dizer, não é? Que já não há vontade de estar com aqueles que são do nosso sangue? Que nos ajudaram a crescer e que, de certa forma, contribuíram para formar a pessoa que eu sou hoje - mas a verdade é esta. Quando estou com o lado da mãe da família - tios e primos - estou contente, é agradável e ainda rio aqui e ali. Mas as diferenças estão lá, palpáveis se eu apenas estender a mão na direcção errada. Quando estou com o lado do pai da família - padrinhos e primo - é como se já não houvesse razões para os apelidar de tal. Há meses que passam sem nos falarmos uns com os outros e quando nos vemos, não há aquele interesse em partilhar a nossa vida com eles. Não quero dizer-lhes que me estou a candidatar à faculdade em Londres. Não quero dizer-lhes que às vezes me sinto muito sozinha, desgastada, fraca. Não quero dizer-lhes que daqui a uns bons meses, sou bem capaz de me ir embora. Não quero partilhar a minha vida com eles. Já não há aquela abertura para partilhar com eles parte de mim.

Cada vez mais acredito que família não é somente partilhar o mesmo ADN; que a família verdadeira não tem de ser a de sangue.

A família pode, de facto, ser escolhida por nós - não à nascença, mas há medida que vamos crescendo e formando e quebrando laços. Porque se há coisa que eu posso provar é que há laços aparentemente inquebráveis que, apenas com um toque bem dado, podem quebrar.

Entristece-me que assim seja, que eu estando aqui agora, não haja mais aquela proximidade que antes havia. Tudo o que resta das nossas relações, desta família que eu costumava ter e adorar, são as memórias. E essas, até o tempo me as vai levando.

Mas eu gosto de pensar que tenho crescido um pouco neste último ano. Que aos poucos, vou aprendendo não a conformar-me, mas a aceitar que há coisas pelas quais valem a pena lutar e outras que são melhor deixadas para trás.

Eu estou hoje numa luta que me deixa ver com clareza aqueles que estão lá para mim e os que não estão. A vista diante de mim pode não ser a mais bonita ou preenchida, mas de certa forma, actualmente, é a vista que eu preciso de ver para me dar aquela extra força.

O resto, é tudo gotas de água que escorrem pela janela abaixo nos dias de chuva e que, inevitavelmente, vão desaparecendo com o passar das estações.

24
Mar15

Sem volta

alex

Ás vezes custa aceitar que as coisas estão diferentes. Que tudo mudou. Que o que dantes era regra, hoje é excepção. Que o que dantes era familiar, hoje é quase como um estranho. É difícil aceitar que as coisas não voltam nunca a ser o que eram, por muito que nos esforcemos.

No entanto, tais tarefas para mim, já não são penosas. Já não custam. 

Acho que deixei para trás, em conjunto com tantas outras coisas e pessoas, a parte de mim que lamentava as perdas que se vai sofrendo pelo caminho da Vida. 

A ausência do que era, no que agora é, já não me traz dor, saudade ou mágoa. Estou tranquila comigo própria e talvez seja por isso que já não me cause transtorno tanta falta de familiaridade. Talvez seja por isso que já não estou de luto pela vida que tive, pelas pessoas que tive, pela pessoa que era.

Porque estou tranquila em relação ao esforço que fiz no passado para tentar manter um presente que, na realidade, nunca teve um futuro. Porque me apercebi que por vezes, a vida é mesmo isto - caminharmos sozinhos até encontrarmos a pessoa certa com quem caminhar de mão dada.

Estou feliz por todos aqueles que encontraram a quem dar as suas mãos. Certamente que eu também irei encontrar a quem dar a minha... longe daqui, num futuro que anseio mesmo que haja a probabilidade de vir a não gostar dele.

É por isso que não me assusta tanto a ideia de partir como deveria. É por isso que os meus medos são outros.

Porque hoje sou uma pessoa que lida perfeitamente bem com o curso natural da Vida. Ela é mesmo assim. As coisas são mesmo assim. O tempo passa, as cores mudam e a forma de pintar também.

Não há nada de mal nisso e não há culpados nem vitimas. É assim. 

Se dantes chorava sobre leite derramado e águas passadas, hoje sorrio por saber que, ao longo deste percurso que já fiz aqui, ganhei e aprendi muito. Todas as perdas foram um ganho no sentido em que me ensinaram a aceitar o curso natural das coisas.

Na minha Vida já não há espaço nem tempo para perseguir passados sem presente ou futuro. Já não existe espaço para chorar pelos cantos devido ao quanto tudo mudou e em como a minha Vida está completamente diferente.

Agora já só tenho espaço e tempo para pensar no que ainda tenho pela frente. Só tenho tempo e espaço para a minha família, para os poucos amigos a quem ainda posso chamar de tal e para as mudanças que ainda me esperam.

Aprendi a não lamentar as mudanças, mas a aceitá-las de braços abertos.

Ás vezes deixamos de ter espaço e tempo para certas pessoas. E isso não é pecado nenhum. É pecado quando nos obrigamos a agarrar a algo ou alguém que já não nos traz nada para além de memórias de um tempo que já não volta.

E também temos de aprender a aceitar isso. Que há tempos, pessoas - incluído as que nós já fomos - que já não voltam.

Há coisas que, por muitas voltas que dêem, já não têm volta a dar.

23
Mar15

O melhor por mim (e por vocês)

alex

Eu não sei se já falei disto aqui, tão abertamente, como estou prestes a fazer. Mas se o estou a fazer agora é porque sinto a necessidade de alertar para este tipo de coisas.

Hoje de manhã levantei-me às oito e fiz uma hora de exercício físico (eu costumava correr mas de momento estou proibida pelo médico de o fazer, por isso sigo o calendário de uma youtuber/personal trainer chamada Casey, cujo site é este caso quem estiver interessado queira espreitar), que se seguiu por uma taça de flocos de aveia, banana e chá verde. A semana passada cometi muitos pecados, mas estou seriamente determinada a ser mais saudável.

Enquanto comia, via o Você na TV e apareceu a Jessica Athayde a falar do seu novo livro - "Não queiras ser perfeita mas faz o melhor por ti" - que pelos vistos é muito mais do que um livro de receitas saudáveis como eu pensava quando ouvi falar dele.

A actriz revela neste livro, e em conversa com a Cristina Ferreira, que ela sofreu de anorexia nervosa quando era mais nova e que sempre foi uma pessoa muito ansiosa. E é por isso que estou aqui, a escrever-vos sobre este tipo de assunto.

Porque eu passei por algo semelhante e muito pouca gente o sabe, ou sabe realmente o quão mau foi. Desde pequena que sempre fui bem constituída. Nunca fui obesa ou nada do género, mas ao lado das outras crianças (raparigas), era sempre a mais alta e mais bem constituída. Quando entrei para o ensino básico, sofri de bullying - acho que isso já referi aqui mais do que uma vez - e durante dois anos fui sofrendo mazelas que deixaram marcas no meu psicológico.

Desenvolvi ansiedade crónica. Só o pensamento de sair de casa dava-me vontade de chorar e vomitar tudo o que tinha no estômago. Não conseguia ir de férias com os meus padrinhos e primo porque só de pensar em ficar longe dos meus pais e da minha casa, dava-me um ataque. Não queria ir para a escola e inventava doenças. Lembro-me como se fosse hoje - aquela sensação de que alguém nos está a cortar o ar, o enorme nó no estômago, o terror puro de sair da porta para fora e encarar as pessoas.

Aos quinze era obcecada pelo meu corpo. O que comia, era pouco ou nada e comecei a recusar a comida que a minha mãe fazia - com molhos, bifes fritos com margarina, fritos, etc. Comia comida de passarinho e aos quinze anos, com 1,65 de altura, cheguei a pesar 50 quilos. 50 quilos para uma pessoa que é relativamente alta como eu, com uma estrutura óssea larga devido aos anos de natação e aos genes, é muito pouco e apesar de na altura eu ainda praticar desporto regularmente, eu não era saudável.

Antes de fazer os dezasseis, deixei a natação - isto foi na altura do nono ano, se não me engano. Deixei de praticar qualquer desporto, tendo apenas a educação física na escola que, digamos, não é nada de especial. Continuava a comer mal, a obcecar com o meu peso e o meu corpo e a ter ataques de ansiedade por isso. Se comia algo que eu achava que era mau, na hora a seguir estava a ter um ataque. O que dantes era mau, passou para péssimo.

Andei em psicólogos, fui medicada ao ponto de ir para a escola de manhã dormente, de chegar à hora do almoço e nem me lembrar das primeiras horas da manhã. E ninguém para além dos meus pais soube, naquela altura. Sempre fui óptima a esconder, a fingir. Muito boa, mesmo. As minhas avós notavam que eu estava demasiado magra, principalmente a minha avó materna, que me via de biquíni quando eu ia passar as férias de verão à terra deles.

Mas eu achava-me gorda. Estava doente. E há quem diga que este tipo de doenças não têm necessariamente de ter um precedente, ou seja, não têm de necessariamente de provir algum tipo de situação que nos tenha marcado, mas no meu caso eu sei que sim. Eu sei que foram aqueles dois anos de bullying constante que me trouxeram a ansiedade e as inseguranças em relação a mim mesma.

Já eu tinha os dezassete (acho eu), quando um dia de manhã acordo e dá-se-me na cabeça passar um dia inteiro sem comer. Era Verão, eu estava em casa sozinha, ambos os meus pais a trabalhar e a minha irmã no ATL, e eu não vou de modas - passo o dia sem comer.

Ao final do dia, quando a minha mãe chegou a casa, eu disse que tinha passado o dia todo extremamente mal disposta e que foi por isso que não conseguia comer. Ela obrigou-me a levantar da cama e a ir para mesa para comer um bocado sopa. Sentada à mesa, quase que desmaiei. O meu pai deitou-me no sofá e eu deixei de sentir o meu corpo do pescoço para baixo.

Acho que ninguém devia de sentir tamanha aflição. Poderem ouvir e ver as pessoas à vossa volta mas passar-vos completamente ao lado porque vocês não conseguem sentir nada do pescoço para baixo. Foi como se eu não tivesse braços, mãos, tronco, pernas e pés. Foi horrível.

Fui imediatamente para o hospital. Tive um mini choque hipovolêmico devido à severa desidratação e falta de açúcares no sangue. Em cima disso, vomitei a comida que não tinha no estômago. Tive de ficar internada durante a noite no hospital. A médica quando me veio ver de manhã e me veio apalpar o estômago disse à minha mãe que eu estava demasiado magra e que queria fazer uma consulta comigo.

Fui obrigada, por assim dizer, a engordar dez quilos. Engordei mais e hoje, quase com dezanove, não vos posso dizer que esteja satisfeita com o meu corpo. Mas já não sou obcecada nem tenho ataques de ansiedade cada vez que como.

Hoje já não tomo comprimidos nenhuns e já consigo dormir bem de noite. Claro que ainda tenho os meus momentos em que o bicho da ansiedade me ataca - acho que desse, nunca me vou ver livre - mas já estou muito melhor do que o que estava há três anos atrás.

E conto-vos agora isto tudo porquê? Porque eu não quero que hajam raparigas de quinze anos como eu fui. Eu quero tentar ser melhor e no processo, ajudar outros a sê-lo. Se existe alguém que lê este blog e que sofre algo parecido, saibam que o primeiro passo a dar é reconhecer que temos um problema. Eu não o fiz até ter ido parar ao hospital. Não cometam o mesmo erro. Não se deixem chegar a esse extremo ou a outros piores. Saibam procurar ajuda, mesmo quando sentem que ela não existe à vossa volta. Há sempre alguém que se preocupa com vocês, seja um pai ou uma mãe, uma amiga ou uma médica que vos diz se não engordarem dez quilos vos interna por tempo indeterminado. Há coisas na vida que nós não conseguimos evitar e depois há outras que conseguimos se estivermos dispostos a isso. Aprendam a viver bem com vocês e com o vosso corpo - eu sei que é difícil, é uma viagem complicada e vai haver sempre pequenos buracos no chão que vos vão fazer cair. Mas não deixem os outros ou vocês mesmos convencerem-vos de que vocês são seres humanos horríveis, feios, gordos.

Porque a verdade é que como mulheres, principalmente (e digo isto porque sei que também há homens que sofrem deste tipo de coisas) mas como mulher que sou, eu sei o quão difícil é não termos aquela tendência para nos comparar-mos às outras. Eu nunca vou ter o corpo perfeito, eu nunca vou ser escanzelada, eu nunca vou ter um rabo pequeno ou umas ancas estreitas. Eu sou uma mulher de ombros largos, ancas largas e rabo grande. Não há nada a fazer quanto a isso, a não ser que comece a partir ossos.

Mas eu posso escolher ser saudável em vez de ser magra. E também posso ser magra e ser saúdavel, porque todos temos um metabolismo diferente e mesmo aquelas pessoas muito magras, são pessoas saúdaveis se quiserem. Eu posso comer bem sem obcecar com cada caloria que ponho no meu corpo ou com cada coisa que como. Eu posso fazer desporto para me ajudar com a minha ansiedade e para me manter activa, e não porque quero perder os mais de dez quilos que ganhei.

Hoje tenho um 1,67 - mais coisa menos coisa - e não peso 50 quilos, nem 55 nem 60. Quero voltar a ganhar músculo e resistência. Mas não quero voltar a ser a pessoa obcecada que era. Quero ser saudável e sentir-me bem comigo mesma, com as minhas imperfeições todas. Porque elas fazem parte de mim e por muito que nos digam que ter celulite é feio ou que ter um rabo gordo é feio, eu digo que ser feio é chamar feio a algo tão natural como as imperfeições do nosso corpo.

Acho que a Jéssica não podia estar mais correcta - Não queiras ser perfeita, mas faz o melhor para ti. E onde é que o melhor para quem quer que seja é passar fome ou passar uma noite no hospital a soro por andar obcecada com o seu corpo?

Façam o melhor para vocês, para a vossa alma, para a vossa mente e para o vosso corpo. Aprendam que, assim como a vossa existência não pode ter um preço, em moedas ou notas, também não pode valer apenas os números na balança ou as estrias e celulite que têm. 

Aprendam a fazer o melhor por vocês.

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