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Something New

porque sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela

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14
Fev14

Celebrar o Amor

alex

Já fui uma "hater" do dia de hoje. Mas já não o sou. Passo então a explicar.

Este dia é encarado, muitas vezes, da maneira errada. Não acho bem que hoje seja apenas "O Dia dos Namorados", mas acho muito bem que se despenda um dia do ano para celebrar o Amor, já que se despendem tantos outros para celebrar coisas como "O Dia do Pi" (adoro matemática, sim, acertaram....).

O Dia dos Namorados não é um dia só e exclusivamente para os casais. O dia 14 de Fevereiro é o dia Internacional do Amor, mas acho que esse é (ou deveria ser) todos os dias. Celebrar o Amor é algo que devemos fazer todos os dias. Dizer às pessoas que amamos, o quanto as amamos. Fazer uns quantos gestos bonitos como ajudar os pais, abraçar uma avó e fazer sorrir um amigo, pelo menos duas vezes por semana. Celebrar aquilo que temos de melhor neste mundo recheado de tanta coisa má: o Amor.

O dia Internacional do Amor é hoje. Mas a celebração deste sentimento tão podereso, e a sua demonstração seja através de palavras ou gestos, deve ser todos os dias.

Porque o Amor não dura só um dia. Surge assim que somos gerados. Quando ainda estamos na barriga das nossas mães, somos amados. Assim que nascemos somos amados. Crescemos e somos amados. Seja por quem for, a que altura da nossa vida for. O Amor está sempre presente em nós, mesmo depois de partirmos, porque nós vamos mas os que nos amam ficam e continuam a amar. 

O Amor não dura só um dia. Não desaparece. É o sentimento que mais perdura e só não digo que é eterno porque o próprio mundo em que vivemos não o é (supostamente o Sol vai acabar por nos fritar a todos ou algo do genéro). E como tal merece ser celebrado todos os dias.

Com isto não digo que seja daquelas pessoas que ache o dia de hoje um dia descabido e foleiro e chato, só porque sou solteira. Não! Sejam felizes, casados, solteiros, noivos, juntos, viúvos... Amem e mostrem ás pessoas o quanto as amam. Se é através de chocolates, de um ramo de rosas, um jantar romântico, uma noite passada em casa com a família ou qualquer outra coisa, que o fazem... então façam-no!

Mas não o façam só no dia de hoje, porque alguém um dia resolveu apelidar o dia 14 de Fevereiro, o "Dia dos Namorados".

Aqui para nós que ninguém nos ouve... a celebração do Amor, seja ele entre namorados, amigos ou família, é como o Natal: é quando o Homem quiser!

30
Jan14

A letra M

alex

M de Mãe. M de Maria. M de Maior. M de Melhor.

És a Melhor Mãe que alguém poderia ter. Mas és Minha. E ainda bem que os teus pais, meu avós, decidiram trazer-te ao Mundo. Porque sem ti, o mesmo não seria tão colorido. E eu não existiria, o que iria causar grande transtorno na vida de muita gente!

Mas escrevo-te hoje porque é o teu dia. Parabéns! Vou voltar a escrever isto tudo num postal só para que tu possas ler... 

És mais do que a minha mãe. És a minha amiga. A minha confidente, a minha âncora nesta vida. Quando ela me prega partidas e me atira com uma onda maior para cima, lá estás tu a agarrar-me firmemente, mantendo-me à tona, sã e salva. Diria que és das pessoas que melhor me conhece. Só há duas coisas das quais não sabes sobre mim e espero eu que nunca saibas, porque são coisas do passado que já lá vão, e que não valem a pena serem relembradas e desenterradas. De resto, sabes tudo sobre mim. Fala contigo sobre tudo. Temos gostos parecidos. Vemos as mesmas séries, partilhamos livros, suspiramos pelos mesmos homens (das séries de que tanto gostamos), cantamos que nem duas doidas pela casa fora. Embirramos uma com a outra, picamo-nos, ofendemo-nos, somos irónicas e por vezes maliciosas. 

Estás a ver as moedas? Essas têm sempre duas faces. Elas são diferentes, mas estão sempre juntas, unidas. Nós somos como elas. Somos parecidas, mas também somos muito diferentes. No entanto estamos sempre unidas. Somos duas faces diferentes da mesma moeda.

És a Mãe que muitos desejavam ter e que só eu tenho (bom, eu e a tua outra filha mas isso é só um pequeno detalhe). 

Ainda bem que há uns anos atrás (não digo quantos porque uma senhora nunca revela assim a sua idade...pronto, okay, não o faço porque sei que ficarias chateada) vieste a este Mundo.

Não sei o que faria sem ti, a sério. Parabéns Mãe. Adoro-te.

 

Dear Mom

27
Dez13

Parabéns à criatura cá de casa (e da minha vida)

alex

Há nove anos que a minha vida deu uma volta que me mudou completamente. Quando era miúda, muito pequenina, devia ter uns dois ou três anos, comecei a implorar aos meus pais por uma irmã. Todos os anos era essa a prenda que eu pedia nos meus anos e depois no Natal. Eu só queria uma irmãzinha mais pequena que brincasse comigo às barbies e às pollys. Queria alguém com quem partilhar o meu quarto para não me sentir tão sozinha e assustada de noite, porque eu era daquelas crianças que via monstros em tudo o que era sítio. Queria alguém com quem brincar às mães e aos pais, alguém com quem pudesse rir e partilhar memórias.

Quando fiz 9 anos a minha mãe e o meu pai vieram ao meu quarto e disseram-me: "vais ter uma irmã!"

Não queria acreditar. Depois de ter passado toda a minha vida a pedir uma irmã, ela iria finalmente ser-me entregue! A criatura sempre foi impaciente, desde que era apenas um embrião na barriga da minha mãe. Nasceu um mês antes do previsto, DOIS DIAS a seguir ao Natal.

Isso é que é ter timing, diria eu.

Ainda me lembro de como tudo se passou (metade foi-me contado pela minha mãe). Nesse dia a minha mãe e o meu pai foram à maternidade só fazer uns exames. A minha mãe ficou sete horas na maternidade à espera de ser atendida. Sete horas! Só para verem que a incompetência não é de agora... Enfim, sete horas lá ficou a senhora, grávida de 8 meses, e eu em casa da minha avó como se nada se passasse. Foi então quando chegaram as sete da tarde que a minha mãe começou a sentir umas dores na zona dos rins. Ora, eu nasci de parto induzido, ou seja de cesariana, (eu não queria sair da barriga da minha mãe, por isso logo aí se vê qual das irmãs é a mais inteligente - eu) por isso a minha mãe não fazia ideia do que eram dores de parto. Lá se queixou a uma enfermeira que andava a passear pelos corredores e a enfermeira fez-lhe um exame. 

"A senhora está a entrar em trabalho de parto" disse a menina para a minha mãe, com um grande sorriso na cara.

"Isso não é possível, ela só nasce no final de Janeiro"

"Olhe a sua menina então é muito apressada, porque ela quer sair daí hoje".

E assim foi. A minha mãe diz que se fossem todas como a minha irmã, tinha tido mais um. Vestiram-na (ou despiram-na, pormenores que não importam) e lá ia ela a caminho da sala de partos, quando a enfermeira diz para a minha mãe: "Não faça força, porque se fizer tem a criança aqui no meio do corredor!"

A minha mãe diz que nem dores tinha. Chegou à sala de partos, fez força uma vez e lá estava ela. Um rebento impaciente. E pronto, eu recebi finalmente a prenda de aniversário/Natal que andava a pedir desde que sabia falar.

Lembro-me de a minha madrinha me ter ido buscar à minha avó e de nos ter levado para casa dela. Jantámos todos lá e fomos a correr para o hospital. Eu ia no carro, com dois totós no cabelo, o meu penteado preferido, e ia muito calada. Sempre fui uma criança calada, mas ia extremamente calada naquela viagem. Estava com medo. Medo de chegar lá e não sentir nada. De ver o bebé e achá-lo feio. De não a amar. Medo que me deixassem de amar a mim para passarem a amá-la só a ela. 

Quando chegámos ao hospital, só eu e o meu pai é que pudemos ver a minha mãe e a minha irmã. Vi primeiro a minha mãe, de pé no corredor. A mulher é maluca, sempre foi. Duas horas depois de ter parido uma criança andava ali de pé a passear-se pelos corredores da maternidade. Mal sabia eu que a criança que acabara de nascer iria ser dez vezes piores que ela.

Depois entrei no quarto e vi-a. Ali deitada no berço, vestida com um body completamente enorme com o nome da matrenidade escrito. Afudava-se por entre os lençóis e por entre aquele body demasiado grande para uma coisinha tão pequena. Estava a dormir.

"Posso pegar-lhe?"

E assim fiz. A minha mãe disse-me para eu me sentar na cama e deu-me aquela criatura para os braços. Foi aí que me tornei na irmã mais velha. Foi aí que senti, dentro de mim, tudo a mudar. Eu era agora uma irmã mais velha. Tinha de tomar conta daquela coisa pequenina e indefesa. Tinha de a proteger sempre, para sempre. Ela era minha. E foi assim, que há nove anos me tornei na irmã mais velha.

Não achei piada ao facto de ela só dormir e comer e dormir. Não podia brincar comigo. Os anos passaram-se e quando foi a vez dela de querer brincar às barbies, eu já não lhes achava piada. Mas brincava na mesma. Quando tinha dois anos, mandou-me com um comando da televisão à cabeça e não lhe falei o resto do dia. Chorei que nem uma perdida porque acreditem que levar com um comando na cabeça dói. Quando eu andava no 6º ano, estava a praticar flauta e ela não vai de modas e dá uma pancada na flauta. Fiquei com um lábio inchado durante uma semana. E estas histórias são só duas numa colectânea enorme delas. A criatura é uma peste. Não é nada parecida com a irmã a nível de personalidade. É irrequieta, respondona, por vezes má, mimada (sem ter razões para tal) e gosta de ser ela a senhora de tudo e de todos.

Mas é o meu diabinho. A minha criatura como eu tanto lhe gosto de chamar. É fofinha, querida, amiga, preocupa-se connosco e quando me vê a chorar vem logo abraçar-me e dar-me beijinhos. É uma peste mas é uma peste que eu adoro.

E está a crescer depressa demais. Parabéns criatura, que continues a ser a pedra no meu sapato durante muitos anos, até que a vida me abandone. Adoro-te.

24
Dez13

O dia está aqui!

alex

Chegou. O dia mais esperado do ano, a altura mais importante em todo o mundo: o dia que antecede o Natal.

Sim porque, em muitos países, este dia tem sempre muito mais importância que o dia 25. No dia 24 é quando a magia acontece. Quando nos reunimos todos à mesa a jantar (quem tem essa felicidade) e comemos a comidinha boa da avó, da mãe ou da tia. É altura em que a televisão está ligada mas apenas funciona como pano de fundo, porque não se consegue ouvir nem uma palavra do que se diz no Jornal das 8, visto que está tudo a falar para seu lado. É a noite da alegria, da rebaldaria, da brincadeira, da família e dos presentes. Todos os anos passo a véspera de natal com os meus avós maternos e com os meus tios. Somos quatro netos e a família não é muito grande, mas é grande o suficiente para fazer o seu barulho ao jogarmos às cartas ou ao cluedo. Adoro jogar ao cluedo com os meus primos. Ajudo com os doces, com as filhoses, com o bacalhau. Adoro pôr a mesa e organizar tudo. Adoro sentar-me e ficar a olhar para todos durante uns momentos, a conversarem, a rirem, a viverem. Olho para eles e absorvo aquele momento, guardo-o na minha memória (que não é das melhores!) e sorrio. 

Depois é tempo de abrir os presentes. Depois de um bom jantar que deixou todos de barriga cheia e de uma catrefada de jogos e brincadeiras e conversas, chega a altura preferida da minha irmã. A criatura acordou hoje às 7 da manhã a saltar na cama e a gritar: "É HOJE QUE ABRIMOS OS PRESENTES!". Já lhe expliquei que o mais importante do natal não é isso. E acho que ela sabe, no entanto, está-lhe nos genes ficar entusiasmada com essa parte do Natal. Afinal ainda não me esqueci de quando era eu e os meus primos. Nós delirávamos, por completo.

Mas, continuando com o que eu estava a dizer, depois é tempo de abrir os presentes. Eu sou sincera: não gosto muito de receber presentes, mesmo que estes sejam perfeitos para mim (não preciso de muito, um bom livro, umas meias quentinhas e fofas ou um perfume). Mas não gosto. Sinto-me sempre mal porque começo a pensar no que essa pessoa teve de gastar em mim. Mas oferecer... isso já é outra história! Adoro oferecer presentes. Adoro aquele momento em que a pessoa está a rasgar o papel de embrulho, o momento em que os seus olhos se iluminam quando vê o que é a prenda e o sorriso que lhe cresce, devagar, na cara. Adoro ver a reacção das pessoas.

O dia 25 é mais calmo mas não menos importante. É o dia a seguir à rebaldaria, à euforia, o dia em que almoço com a outra parte da minha família. É diferente, mais calmo e tranquilo, mas igualmente alegre e agradável. É o dia em que se come o borrego ou o peru, depende, o dia em que nos enfardamos com mais doces típicos de natal, o dia em que nos reunimos todos mais uma vez para conversar e rir e brincar. Experimentamos os nossos presentes, no meu caso, ajudo as crianças a montar os seus e ensino-as as regras dos jogos que receberam ou acabo até a brincar com elas. 

No meio de tudo isto não fiz referência ao nascimento de Jesus ou à parte religiosa do Natal. Isso é porque eu não sou católica. A minha família é toda católica não praticante. Para mim a religião cristã não faz sentido. Questiono muitas das coisas desta religião, e atenção, digo religião e não fé porque para mim são dois conceitos completamente diferentes. Eu tenho fé. Fé é o que não me falta. Não tenho é fé em algo ou alguém que não vejo, que nunca me deu sinais de existência nem razões para acreditar nela. Tenho fé em mim, nos meus amigos, na minha família e especialmente nos meus pais. Tenho fé no mundo e em como este, se quisesse, podia tornar-se num sítio melhor.

O Natal para mim não é a celebração do nascimento de Jesus ou da religião cristã e ao dizer isto, não quero de forma alguma ofender ninguém que assim o faça, antes pelo contrário! Admiro essas pessoas e a sua capacidade de serem religiosas. Eu é que não o sou.

O Natal para mim é a celebração da família, do amor, das crianças, dos adultos. O Natal para mim é tudo isto e por isso, venho aqui hoje deixar os meus votos de felicidade para todos vocês que me visitam e desejar-vos também um feliz Natal repleto de amor, alegria e felicidade.

Feliz Natal !

 

Merry christmas❤️

04
Dez13

Custou mas veio!

alex

Este ano custou-me a entrar no espírito natalício. Normalmente, todos os anos, ainda estamos a meio de Novembro e já ando eu toda feliz a planear o que comprar para oferecer, a cantarolar músicas de natal e a fazer a contagem decrescente para o grande dia.

Este ano, não sei bem ao certo porquê, não consegui entrar no espírito até agora. Ainda não decorámos a casa e ainda não pusemos a nossa árvore no sítio dela, junto à lareira, toda ela luminosa e bonita. Ainda não tenho ideia do que vou oferecer aos meus pais e irmã e se vou oferecer alguma coisa aos meus amigos mais chegados. Não faço a mínima ideia do que quero para mim. Resumidamente, este ano ainda não tive muito tempo para pensar no Natal. Desde que começaram as aulas a minha vida tem sido uma correria. Passei, praticamente, a desempenhar o papel de mãe cá em casa (calma que não me morreu ninguém!), houve uns quantos assuntos familiares e pessoais que me deixaram triste e abatida e o meu último ano escolar revelou-se bastante mais trabalhoso e complicado do que eu estava à espera. Por isso, o Natal não tem estado muito nos meus pensamentos. Mas agora que já toda a gente à minha volta faz questão de cantarolar músicas de Natal e de começar a falar intensamente sobre isso e a colocar fotos no Instagram das suas árvores todas decoradas, o espírito natalício invadiu-me, finalmente.

Tenho ouvido e cantado mais músicas de Natal do que aquelas que existem, já ando a pensar no que oferecer aos meus pais e irmã e, este ano, ao meu amigo secreto, uma brincadeira que estamos a fazer entre nós amigos, em que tirámos ao calhas um nome de um monte de papeis com todos os nossos nomes e é a essa pessoa que temos de oferecer uma prenda barata e original. Já ando a chatear os meus pais para irmos à arrecadação buscar a árvore e todas as coisas de natal e já estou motivada, apesar de o natal para mim já não ter a mesma magia que tinha à uns anos atrás...

Isto tudo para dizer que adoro o Natal. Adoro as decorações, o tempo frio que se faz sentir, as canções tão típicas desta época, o facto de ficarmos todos (a maioria) mais solidários, mais condescendentes, mais simpáticos e sorridentes, adoro a típica comida de natal como o bacalhau, as verduras, as rabanadas, as filhoses, a mousse de chocolate e os frutos secos. Adoro passar esta altura do ano com a minha família e com os meus amigos, adoro estar de férias durante 2 semanas e meia, adoro toda esta época. 

O Natal é a altura mágica do ano (dizem).

Pena é não acreditar em milagres...mas isso já é outra conversa!

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