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Something New

porque sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela

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Something New

29
Mar13

Ando perdida


alex

Já não sei a quantas ando. Estas férias têm sido tão boas, tão relaxantes e tão necessárias à minha pessoa, que me desliguei de tudo o que era escola. Hoje, e como tive muito tempo livre, acordei para a dura realidade e apercebi-me de que tenho 3 trabalhos de grupo para fazer este período, um deles para entregar dia 9 (a minha parte está quase pronta, mas as outras duas não, porque os outros elementos do meu grupo não estiveram cá as férias TODAS), tenho um teste intermédio de filosofia daqui a 3 semanas, tenho cerca de 4 livros para ler até ao final de Maio e juro, juro que me fartei de ler estas férias. Ah! Já para não falar dos exames e dos testes normais...vou ter um colapso antes de começarem as aulas, na terça-feira (já?!). 

Não sei se consigo.

Não sei se tenho forças para deixar estas duas semanas para trás e seguir em frente. Porque o que tenho pela frente é demasiado avassalador e desconcertante. O que tenho destas duas semanas é muito melhor. Porque havia eu de querer trocar algo tão bom, como estas férias, por dois meses de pura agonia? E o que me está a incomodar ainda mais, é o facto de serem só DOIS meses! Como raio é que eu vou fazer tudo o que tenho para fazer (e bem!) em apenas dois meses?!

Estou a entrar em pânico, caso ainda não se tenha notado. Estou feita. Ao bife. Lixada. Morta. Mortinha da silva. Já era.

Estou perdida!

 

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28
Mar13

Estou completamente apaixonada...#2


alex

Pelo novo filme do Nicholas Sparks. Fui vê-lo ao cinema hoje, com os dois bilhetes grátis que ainda tinha por usar, e amei. Tenho de admitir que não sou uma rapariga de filmes românticos, todos lamechas, durante os quais devoramos caixas e caixotes de chocolates e gastamos os lenços todos existentes em casa. No entanto, este filme do Nicholas Sparks não é o típico filme dele. Tem acção e intriga pelo meio e uma verdadeira história. Recomendo, imenso. Os actores principais também ajudam, claro!

Durante o filme, e como não sou adepta de pipocas, partilhei uma tablete de chocolate milka de oreo e tenho apenas a dizer que...não a devia ter partilhado. Devia tê-la comido eu...todinha!

Foi portanto uma tarde bem passada...

 

 

27
Mar13

É nestas alturas...


alex

Que agradeço aos deuses por já não estarmos naquela altura, em que a RTP1 era o único canal existente na nossa caixinha mágica, que é a abençoada da televisão...

Olha quem está de volta! Este teve sorte hein...veio de França para cá e arranjou logo emprego. Numa televisão pública! Que nós (eu incluída indirectamente) pagamos!

Sim senhor...lá está, não é para todos. Mas acho bem. Acho muito bem que este senhor esteja agora ali sentado a encher-nos os ouvidos de merda e que esteja a ser pago para o fazer. Acho mesmo bem.

Sim, porque eles ainda não estão cheios dela...não!

Ah, peço desculpa! Como ele, há também o Marques Mendes, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa, o Santana Lopes...como tal, porque é que ele não haveria de ter o mesmo direito que tantos outros têm?

Bom, peço desculpa se exponho a minha opinião e se esta é a errada, mas este senhor tirou-nos tantos direitos (pronto vá, ele deu-nos os Magalhães e as Novas Oportunidades!) que penso não ter o direito de estar ali sentado, passados três anos, a falar da merda que fez ou a comentar as consequências desta, bem como a sua continuidade. Então o senhor vai passar férias ao país do Champanhe, fugindo assim com o rabinho entre as pernas em vez de ter ficado aqui a lidar com as consequências dos seus actos, e agora chega aqui e julga-se no direito de estar sentadinho a encher os ouvidos de todos nós, com mais merda do que aquela que nós já temos enterradas bem no fundo dos nossos ouvidinhos? 

Acho mesmo, mesmo, mesmo bem!

E sim, estou a ver o senhor ex-Primeiro Ministro a falar na RTP1 e a não dizer nada de jeito (para variar), tal e qual como muitos outros políticos vão para a televisão fazer. Daí o post. E não, não sou hipócrita por estar a vê-lo. Sou antes, digamos, uma rapariga cansada à procura de um bom programa que me faça rir um bocadinho. Olhem só a minha sorte...Está a dar agora mesmo, na RTP1! YEAH!

26
Mar13

Rainy days


alex

A chuva fazia-se ouvir, abafando o som da sua voz.

"Acorda. Acorda, já é de dia!"

Pensei para mim, de olhos ainda fechados e com a mente ainda um pouco adormecida, que poderia ficar ali para sempre. Com o som da chuva, que preenchia o quarto e que batia suavemente na janela, enquanto ele me tentava despertar, chamando-me suavemente, ao mesmo tempo que acariciava a minha face.

"Já estou acordada. Mas não quero abrir os olhos."

"Porquê?"

Uma pergunta tão simples, para uma resposta tão complexa...

"Porque não quero abrir os olhos e deparar-me com uma cama vazia, sem ti a meu lado. Não quero abrir os olhos e deixar de sentir o calor do teu corpo junto do meu. Não quero abrir os olhos e fazer deste bonito sonho, uma dura realidade. E se tudo isto não passar de um sonho?"

Ele move-se, dando a impressão de se ter sentado. Ele inclina-se sobre mim e sussura-me ao ouvido:

"Abre os olhos tonta. Não é um sonho. Não foi um sonho. É real. Eu, tu, nós. É tudo real. Deixa-me provar-te."

Eu continuava apreensiva em abrir os olhos. Queria ficar assim para sempre. Mas o para sempre não existe...

Finalmente abro os olhos e deparo-me com o seu sorriso. A imagem mais bonita, mais eternecedora com a qual poderia acordar...um sorriso que me fez sorrir.

"Bom dia dorminhoca. Ainda pensas que estás a sonhar?"

Pensava. Porque aquilo não podia ser real. Ele ali, comigo, nós, a noite passada...tinha sido um sonho e ainda me encontrava afundada nele.

"Sim"

Ele volta-se a mexer, mas desta vez, para mais perto de mim. Deita-se, aproxima a sua cara da minha e sorri quando o seu nariz bem esculpido, toca no meu, que mais se assemelhava a um bloco de gelo, de tão frio que estava.

Depois, muito ao de leve, coloca a sua mão nas minhas costas, provocando-me arrepios. Não podia estar a sonhar. Era bom de mais até para um sonho. 

"Não estás a sonhar. Eu estou aqui e não vou a lado nenhum. Eu amo-te"

"E isso chega para te impedir de saires daqui?"

"Bom, isso e a chuva..."

Ri-me. Riu-se. O som ecoou pelo quarto mal mobilado e abafou, por momentos, o barulho da chuva. Estava no céu e não queria descer. Nunca.

"Eu amo-te, mas não é apenas o facto de eu te amar que me impede de sair do quentinho deste lençóis. O que me impede, é saber que tu também me amas. Só isso."

"Como podes saber algo que nunca te disseram?"

"Tu já o disseste. Apenas não o disseste com palavras."

"Obrigada"

Ele fita-me com os seus grandes olhos castanhos e franze o sobrolho.

"Pelo quê?"

"Por me amares. E por saberes, mesmo que eu não te o diga, que eu te amo também. Porque amo. Muito."

"Eu sei".

Ele sorriu, um sorriso já meu conhecido e que me preenchia o coração, aquecendo-o.

Devagar, ele inclina-se para mim e deposita um leve beijo nos meus lábios. Quando abre os olhos, sorri de novo e pousa a sua cabeça na almofada, bem junto da minha. E assim ficamos durante todo o dia. Sem comer, sem beber, sem mexer. Apenas a respirar. Apenas a observar. Apenas a amar.

A amar-nos um ao outro, no silêncio de um dia chuvoso.

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